Também se aprende no silêncio

agosto 13, 2010 on 6:02 pm | In Novidades, SOS Mata Atlântica | No Comments

Olá galera que acompanha nosso blog. Já estamos aqui no Parque Metropolitano de Pituaçu. A área do parque é um dos principais pontos da cidade com remanescentes de Mata Atlântica e conta com fauna e flora diversificadas, além de uma bela lagoa.

Além das atrações do local, nesta semana o parque está recebendo nossa exposição itinerante para falar um pouco mais dessa floresta extremamente fragmentada e de sua grande importância para nós, habitantes da Mata Atlântica.

Na quinta feira recebemos várias escolas e uma delas de deficientes auditivos, o Centro de Educação Sons no Silêncio, que nos proporcionou uma nova experiência de comunicação e aprendizado. Até domingo mais grupos confirmaram presença.

A população que mora no entorno também se fez presente nesses primeiros dias. E você que ainda não visitou a exposição já tem uma ótima opção de programa para o fim de semana!

Aguardamos a visita de toda população soteropolitana e dos turistas que estão conhecendo a bela capital Baiana.

Patricia Ferreti Teodoro, bióloga e educadora ambiental do projeto itinerante a Mata Atlântica é Aqui!

Fundação SOS Mata Atlântica abre inscrições para o IV Edital do Fundo Costa Atlântica

junho 18, 2010 on 4:30 pm | In Novidades, SOS Mata Atlântica | No Comments

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Estudo que identifica áreas importantes para conservação da biodiversidade marinha no Brasil reforça a necessidade do apoio a projetos de criação e consolidação de Unidades de Conservação (UCs) Marinhas.

O Programa Costa Atlântica para a conservação das Zonas Costeira e Marinha sob influência do Bioma Mata Atlântica, da Fundação SOS Mata Atlântica, acaba de lançar o “IV Edital Costa Atlântica”, que disponibilizará até R$ 300.000,00 (trezentos mil reais) para projetos de criação e consolidação de Unidades de Conservação Marinhas e de conservação e uso sustentável de ambientes marinhos e costeiros associados à Mata Atlântica. Até agora o Programa Costa Atlântica, por meio de três editais, destinou mais de R$ 500 mil a 14 projetos selecionados, desenvolvidos nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Pernambuco, Ceará, Piauí, Espírito Santo e Santa Catarina. Os interessados devem apresentar suas propostas até 20 de julho, sob a liderança de uma ONG. O edital está disponível neste link e os recursos são provenientes de Bradesco Capitalização, Fundação Toyota do Brasil e Repsol.
As Unidades de Conservação (UCs) são ferramentas cruciais para a conservação da biodiversidade marinha e ordenamento de atividades pesqueiras. Um estudo identificando áreas-chave para a conservação do mar brasileiro feito por pesquisadores de quatro instituições – Conservação Internacional, Fundação SOS Mata Atlântica, Universidade Federal da Paraíba e Universidade Federal do Mato Grosso do Sul – reforça a importância dessa estratégia e do apoio a iniciativas de criação de novas áreas e implementação das já existentes por meio de editais como este.
Usando uma metodologia conhecida como KBAs, do inglês Key Biodiversity Areas, os estudiosos compilaram dados de espécies de peixes ameaçados, com ocorrência registrada no País. O trabalho, que levantou 59 peixes ameaçados e mapeou áreas-chave em oito ecorregiões, é o primeiro a utilizar essa metodologia para a priorização de áreas marinhas no Brasil. “Com isso e com o crescente impacto das intervenções humanas fica comprovado o elevado grau de ameaça à biodiversidade e a importância de ações que incentivem  a sua conservação, como o Edital Costa Atlântica que até hoje já apoiou a proteção de quase um milhão de hectares em áreas marinhas e costeiras”, afirma Fabio Motta, coordenador do Programa Costa Atlântica da Fundação SOS Mata Atlântica.
Para criação e consolidação de Unidades de Conservação Marinhas, o edital visa atender demandas referentes à realização de estudos estratégicos ou complementares para a finalização de Planos de Manejo, elaboração de Planos de Uso Público em Unidades de Conservação compatíveis com a atividade turística - como parques nacionais -, infraestrutura para planos de fiscalização e apoio às atividades de educação ambiental. O Edital destinará até R$ 200.000,00 para esta linha e cada projeto contemplado receberá um valor máximo de R$40.000,00.
“O apoio a projetos por meio do quarto edital do Fundo Costa Atlântica vem mais uma vez incrementar os esforços para a conservação da biodiversidade e uso sustentável dos ambientes marinhos e costeiros associados à Mata Atlântica. Esse estudo reforça ainda mais a importância do Programa”, destaca Motta.

Na linha de apoio à conservação dos ambientes marinhos e costeiros, o Edital prevê apoiar projetos de manejo de recursos pesqueiros, gestão de recursos naturais, planejamento de negócios que aliem conservação da biodiversidade e práticas sustentáveis e pesquisas sobre a valoração dos serviços ambientais. Para esta linha, serão destinados até R$ 100.000,00 com propostas no valor máximo de R$30.000,00.

Os ecossistemas costeiros, em razão de sua importância, encontram-se resguardados pela Constituição Federal brasileira de 1988, que declara que a Zona Costeira, tal como a Mata Atlântica e outros biomas, constitui Patrimônio Nacional. A produtividade biológica dos manguezais faz com que essas áreas sejam os grandes “berçários” naturais, tanto para espécies características desses ambientes como para espécies que migram para a costa durante o período reprodutivo. Esses ambientes também servem como locais de abrigo, alimentação e repouso para muitos outros animais. Por consequência, a biodiversidade costeira representa uma importante fonte de renda e alimento para muitas populações humanas.
No estudo, por exemplo, foi constatado que, das 59 espécies ameaçadas com registros no País, 41 pertencem à categoria vulnerável (VU), que inclui diversos tubarões e arraias - como o tubarão-limão, o tubarão-lixa e a raia pintada - além do cavalo marinho e peixes como o budião, a garoupa, o badejo e o néon. Dez espécies estão na categoria ameaçada (END), como o tubarão-anjo, a arraia-viola e o pargo. Oito espécies são classificadas como criticamente ameaçadas (CR), dentre elas o mero, o tubarão-listrado e a arraia-serra.
Foram obtidas informações de espécies ameaçadas para 69 sítios distribuídos ao longo de oito ecorregiões da costa brasileira. A região com maior número de espécies marinhas sob risco é o Sudeste, com 47 espécies, seguido do Rio Grande – que inclui importantes áreas de pesca no Sul do país – com 32 espécies ameaçadas. Em terceiro, com 30 espécies ameaçadas, aparece o Brasil Oriental, que inclui o litoral do Espírito Santo e da Bahia, com destaque para o Banco dos Abrolhos e seus extensos recifes de coral. Em quarto, com 21 espécies ameaçadas, vem o Brasil Nordeste, seguido pela Amazônia (17 espécies ameaçadas), Fernando de Noronha e Atol das Rocas (12 espécies ameaçadas), Arquipélago de São Pedro e São Paulo (7 espécies ameaçadas) e Ilhas de Trindade e Martin Vaz (5 espécies ameaçadas). Essas ecorregiões estão detalhadas no mapa-pôster que acompanha o estudo.

Todas essas espécies e regiões podem, ou não, estar com algum grau de proteção. Há um crescente interesse na criação de Áreas Marinhas Protegidas (AMPs). Mas, atualmente, menos de 1% da costa brasileira encontra-se sobre regime de proteção, sendo que apenas 0,14% é destinado a proteção integral. Além da baixa representatividade, a maioria das AMPs existente ainda necessita de melhores condições de infraestrutura para fiscalização, monitoramento e outras atividades visando sua efetiva implementação, gestão e sustentabilidade.

“Os resultados do estudo mostram que a aplicação de critérios sistemáticos para a seleção de áreas onde os esforços devem ser potencializados é essencial para o planejamento de conservação. É importante também para destacar quais regiões poderão ter sua biodiversidade ainda mais comprometida caso os empreendimentos de infraestrutura previstos para os próximos anos na costa brasileira não incorporem uma agenda robusta de conservação. É isso que o Edital também visa apoiar, a proteção e o uso sustentável de áreas importantes para a biodiversidade marinha”, finaliza o biólogo.

Zonas Costeira e Marinha

A costa do Brasil é uma das maiores do mundo, constituída por uma variedade de ambientes marinhos e costeiros em grande parte margeados pelo Bioma Mata Atlântica, um dos mais ricos em biodiversidade e ameaçados do planeta. Embora mais da metade da população brasileira esteja concentrada no litoral, usufruindo dos serviços ambientais prestados pelos ecossistemas ali presentes, os ambientes marinhos e costeiros ainda são pouco valorizados no que se refere a sua conservação. A costa brasileira abriga uma das maiores áreas de manguezais bem conservadas de todo o mundo. Cerca de 50% desses ambientes estão associados à Mata Atlântica e apresentam fundamental importância para processos ecológicos marinhos, incluindo o seu uso como áreas de reprodução, alimentação e abrigo para várias espécies, muitas com destacado valor econômico e social.

Sobre o Programa Costa Atlântica

O Programa Costa Atlântica surgiu para apoiar o poder público e as demais organizações na ampliação da representatividade das Unidades de Conservação Marinha no Brasil e contribuir com a conservação da biodiversidade, a manutenção do equilíbrio ambiental, a integridade dos patrimônios naturais, históricos e culturais e o desenvolvimento sustentável dos territórios costeiros e marinhos.
O Programa é constituído por dois Fundos, o Fundo Costa Atlântica e o Fundo pró-Unidades de Conservação Marinhas. O Fundo Costa Atlântica foi criado para apoiar projetos que visam o desenvolvimento regional na zona costeira com incentivo ao estabelecimento de novos negócios e atividades sustentáveis, de forma a promover a melhoria na qualidade de vida das comunidades locais. Já o Fundo pró-Unidades de Conservação Marinhas foi estabelecido como um fundo de perpetuidade, com vistas a garantir a proteção, gestão e sustentabilidade das áreas marinhas protegidas existentes, já com projetos sendo desenvolvidos na Reserva Biológica Marinha do Atol das Rocas (RN) e na Estação Ecológica Gunabara (RJ) em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.

Boletim de Rádio Ecos da Mata - Atlas dos Remanescentes 2008-2010

maio 27, 2010 on 12:34 pm | In Boletim de Rádio Ecos da Mata, Novidades, SOS Mata Atlântica | No Comments

Boletim de Rádio Ecos da Mata, da Fundação SOS Mata Atlântica, sobre os dados parciais do Atlas dos Remanescentes Florestais do Bioma do período de 2008-2010.

Publicações lançadas no Viva a Mata 2010

maio 27, 2010 on 12:18 pm | In Ano Internacional da Biodiversidade, Novidades, SOS Mata Atlântica, Viva a Mata 2010 | No Comments

Durante os três dias do Viva a Mata também foram celebradas algumas conquistas para o meio ambiente com o lançamento de publicações que mostram o trabalho desenvolvido por diversas instituições.

No que diz respeito às ações para a conservação da costa brasileira, foram lançadas uma cartilha em quadrinhos chamada “Uma verdadeira história de pescador”, publicada pela Associação Ambiental Voz da Natureza com o apoio do Programa Costa Atlântica, e o mapa “Áreas chave para a Biodiversidade Marinha”, pela Aliança para a Conservação Marinha (parceria das ONGs Conservação Internacional e SOS Mata Atlântica).

Em comemoração ao Dia Internacional da Biodiversidade, as ONGs Conservação Internacional, SOS Mata Atlântica e The Nature Conservancy  divulgaram mais um livreto da coleção “RPPN Mata Atlântica” sobre o papel das reservas particulares na proteção da biodiversidade.

As experiências do projeto “Plantando Cidadania”, do grupo de voluntários da SOS Mata Atlântica, que consiste em promover atividades de educação ambiental em escolas de São Paulo, foram traduzidas em um guia do mesmo nome, que visa compartilhar ações bem-sucedidas com outras instituições e educadores ambientais.

E um dos programas mais populares da SOS Mata Atlântica ganhou um livro e um novo formato em comemoração aos seus 10 anos, o Clickarvore, que conta com a participação dos internautas para restaurar áreas. A publicação conta a história de sucesso do projeto que já distribuiu mais de 22 milhões de mudas, colaborando para a restauração de 13 mil hectares de floresta.

Saiba o que muda no novo Clickarvore

maio 27, 2010 on 12:14 pm | In Novidades, SOS Mata Atlântica | No Comments

Em comemoração aos seus 10 anos, o Clickarvore ganhou um novo formato. Agora, os internautas poderão participar votando nas regiões onde as mudas serão plantadas. “Dessa forma, as pessoas continuarão participando ativamente do programa, porém sugerindo a região do plantio, conforme as opções oferecidas pela Fundação”, informa Marcia Hirota, diretora de Gestão do Conhecimento da Fundação. “Eles também poderão fazer campanhas online para envolver seus amigos e ao votar diariamente ganham pontos para participar de um jogo virtual em que cada um terá uma fazenda para cuidar e restaurar. Mesmo que virtualmente, queremos que todos experimentem os cuidados com a terra”.

As propriedades e viveiros que receberão as mudas do Clickarvore serão selecionados por meio de editais para que os proprietários se inscrevam e enviem suas propostas. “As propostas serão avaliadas para identificar a intenção do proprietário e a situação de sua propriedade”, explica Rafael Bitante, coordenador de Restauração Florestal da SOS Mata Atlântica.

Para saber mais acesse o site do novo Clickarvore.

Novos dados do Atlas da Mata Atlântica

maio 27, 2010 on 12:09 pm | In Novidades, SOS Mata Atlântica | No Comments

Hoje (26 de maio) foram divulgados os dados parciais do “Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica” para o período de 2008-2010, pela Fundação SOS Mata Atlântica e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), a iniciativa que tem o patrocínio de Bradesco Cartões. Neste intervalo, foram suprimidos ao menos 20.867 hectares de Mata Atlântica nativa em 9 dos 17 Estados brasileiros que abrigam o Bioma (GO, ES, MG, MS, PR, RJ, RS, SC e SP), área equivalente a metade da cidade de Curitiba. “Os dados avaliados no período de 2008-2010 mostram que o desmatamento na floresta nativa continua, e é preciso que as políticas públicas que incentivam a conservação e a fiscalização atuem de maneira mais efetiva para garantir a manutenção da floresta e, por consequência, dos serviços ambientais para milhões de pessoas que dependem de seus recursos naturais”, alerta Marcia Hirota, diretora de Gestão do Conhecimento e coordenadora do Atlas pela SOS Mata Atlântica.

Os Estados que possuem desflorestamentos mais críticos são Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina, que perderam 12.524 hectares, 2.699 hectares e 2.149 hectares, respectivamente. A estes números somam-se desflorestamentos de 1.897 hectares no Rio Grande do Sul, 743 hectares em São Paulo, 315 hectares no Rio de Janeiro, 161 em Goiás, 160 no Espírito Santo e 154 hectares no Mato Grosso do Sul, totalizando 20.867 hectares de floresta nativa suprimida. No que se refere ao desmatamento dos ecossistemas costeiros, dos nove Estados avaliados, São Paulo foi o único a perder 65 hectares de vegetação de restinga.

A sexta edição do Atlas considera o Mapa da Área da Aplicação da Lei 11.428 de 2006, publicada pelo IBGE, e avaliou 94.912.769 hectares, ou 72% da área total do Bioma Mata Atlântica. Os Estados do Nordeste ainda não puderam ser incluídos nesta atualização devido aos elevados índices de cobertura de nuvens e a previsão é que seus dados sejam divulgados até o final deste ano.

Para conferir mais informações, relatórios e mapas, acesse o link do Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica.

Programa de Incentivo às RPPNs da Mata Atlântica lança Programa de Fortalecimento Institucional

novembro 25, 2009 on 5:15 pm | In Novidades | No Comments

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O Programa de Incentivo às RPPNs da Mata Atlântica, coordenado pelas ONGs Conservação Internacional, Fundação SOS Mata Atlântica e The Nature Conservancy, está com inscrições abertas para o programa de desenvolvimento de capacidade institucional para organizações que atuam na conservação em terras privadas na Mata Atlântica.
Essa iniciativa tem como objetivo principal fortalecer o movimento e as entidades ligadas às Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs). Além disso, o cumprimento das metas de conservação em terras privadas depende diretamente do apoio de organizações (associações, ONGs e órgãos públicos ambientais), que têm o papel de executar com eficiência o planejamento compartilhado e a capacidade de condução das discussões e decisões com diferentes atores. É neste contexto que o Programa de Incentivo às RPPNs da Mata Atlântica trata com alta prioridade o desenvolvimento das capacidades institucionais destas entidades para que o movimento cresça e consiga atingir as metas de conservação com a maior eficiência possível.

A estrutura do Programa de Fortalecimento Institucional prevê a realização de três oficinas, que terão como temas:
· Capacitação em Planejamento, Monitoramento e Avaliação
· Capacitação em Mobilização e Captação de Recursos
· Seminário de Planejamento Compartilhado para o movimento de conservação em terras privadas

Os objetivos principais do Programa são:

· Influenciar no desenvolvimento da cultura de planejamento participativo nas organizações que atuam na conservação em terras privadas;
· Aumentar a capacidade das organizações na mobilização e captação de recursos;
· Apoiar a construção da visão estratégica para a conservação em terras privadas na Mata Atlântica; e
· Contribuir com o surgimento de novas lideranças para o desempenho pleno do movimento.

Agenda:
As oficinas serão realizadas no primeiro semestre de 2010 (janeiro, março e maio), com duração média de 3 dias cada uma delas.. Os participantes receberão comunicado com as datas com antecedência.

· A primeira oficina, Capacitação em Planejamento, Monitoramento e Avaliação,
será dividida em três momentos:

a) Capacitação Teórica – discussão e reflexão conceitual sobre termos e contextos de planejamento, monitoramento e avaliação;
b) Capacitação nas Ferramentas – principais ferramentas e técnicas de planejamento, monitoramento e avaliação para as práticas institucionais;
c) Atividade Prática – aplicação das ferramentas na prática com uma situação real.

A participação na segunda oficina está condicionada à realização de uma tarefa prática que será orientada pelo instrutor que ministrará a oficina.

Público alvo
Associações de RPPN e ONGs que atuam na conservação em terras privadas na Mata Atlântica.

Número de vagas
As vagas são limitadas a 30 participantes (um representante por entidade), que deverão participar das três oficinas. A seleção será feita de acordo com a área de atuação da entidade.

Inscrições e Processo Seletivo
Para participar do Programa, a entidade deverá se comprometer a participar dos três módulos e realizar as atividades práticas propostas pelos instrutores que ministrarão a capacitação. A referida organização deverá eleger um representante que participará dos três encontros.

Para se inscrever, a instituição deverá encaminhar uma carta de intenção indicando um representante para participar dos módulos de capacitação para o e-mail rppn@sosma.org.br até o dia 4/12/2009. O resultado da seleção será divulgado no dia 10/12/2009.

Contato/informações
Mariana Machado
Programa de Incentivo às RPPNs da Mata Atlântica
Telefone (11) 3055-7899
e-mail: rppn@sosma.org.br

Mata Atlântica Vai à Escola recebe Prêmio

outubro 8, 2009 on 2:58 pm | In Novidades, SOS Mata Atlântica | No Comments

O programa Mata Atlântica Vai à Escola é um dos escolhidos pela Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados para receber o Prêmio Darcy Ribeiro de 2009. Concedido anualmente desde 2000, a premiação é um reconhecimento aos trabalhos ou ações que se destacaram na defesa e na promoção da educação, especialmente as iniciativas relacionadas à educação popular. Por votação direta dos integrantes da comissão, foram escolhidos os seguintes programas e projetos:

Fundação SOS Mata Atlântica - Programa de Educação Ambiental (Projeto Mata Atlântica vai à Escola), com 15 votos - sugestão do deputado Lobbe Neto (PSDB/SP);

Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes) - também com 15 votos - sugestão do deputado Jorginho Maluly (DEM/SP);

Projeto “Orquestra Criança Cidadã dos Meninos do Coque”, com 13 votos - sugestão do deputado Raul Henry (PMDB/PE).

O Programa de Educação Ambiental Mata Atlântica Vai à Escola é uma iniciativa da Fundação SOS Mata Atlântica que visa sensibilizar, capacitar e mobilizar educadores e alunos do ensino fundamental da rede de ensino pública e privada por meio da educação ambiental. A intenção é desenvolver atividades e ações em prol da conservação ambiental, especialmente do Bioma Mata Atlântica, compartilhando e multiplicando conhecimentos, além de incentivar os alunos à reflexão e à adoção de novas práticas ambientais como o uso responsável e consciente dos sistemas naturais.

Fonte: Agência Câmara

Conheça os vencedores do Prêmio de Reportagem 2009

agosto 13, 2009 on 3:39 pm | In Novidades, SOS Mata Atlântica | No Comments

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As reportagens de Liana John e Estevão Ciavatta veiculadas, respectivamente, na Revista Terra da Gente e no Programa Um Pé de Quê?, do Canal Futura, são as vencedoras anunciadas ontem na noite de entrega do Prêmio de Reportagem sobre a Biodiversidade da Mata Atlântica 2009.

A cerimônia, promovida pela Aliança para a Conservação da Mata Atlântica (parceria entre as ONGs Conservação Internacional e Fundação SOS Mata Atlântica) e apresentada voluntariamente por Mariana Weickert, reuniu cerca de 300 jornalistas e formadores de opinião na Pizzaria Bendita Hora, em São Paulo. Ao todo, 14 finalistas foram premiados.

O vencedor do primeiro lugar em cada uma das categorias irá participar do Congresso Florestal Mundial, em Buenos Aires, na Argentina, em outubro deste ano, junto com os vencedores dos outros países onde o Prêmio é realizado. Os segundos e terceiros colocados em cada categoria receberão R$ 5.000 e R$ 2.500, respectivamente. No Brasil, o Prêmio tem o patrocínio exclusivo da Colgate-Palmolive, por meio da linha de produtos Sorriso Herbal.

Nessa edição o Prêmio recebeu 115 inscrições, sendo 70 na Categoria Impresso e 45 na Categoria Televisão, com participantes de 10 dos 17 estados que pertencem à Mata Atlântica, o que mostra a importância que a imprensa de todo o País vem dando ao Bioma mais ameaçado do Brasil, que possui apenas 7,91% de sua área original. Conheça o resultado final e as reportagens premiadas:

Na categoria Impresso, os vencedores são:

1º lugar: Liana John, da Revista Terra da Gente, de Campinas, com o texto “Araçaris, os restauradores da Mata Atlântica”, que fala sobre os araçaris, primos dos tucanos, que lutam contra o tráfico de animais e colaboram com a restauração da Mata Atlântica levando sementes de um fragmento de floresta para outro.

2º lugar: Manoel Dirceu Martins, também da Revista Terra da Gente, com a reportagem “Sem a espada da dúvida”, que conta a história de um grupo de pesquisadores que acompanha os passos do veado-mateiro-pequeno.

3º lugar: Sérgio Adeodato, da Revista Horizonte Geográfico, de São Paulo, com a reportagem “O colecionador de mariposas”, que fala sobre um casal empenhado em investir em pedaços de Mata Atlântica, formando Reservas Particulares e conservando espécies da Serra Bonita, no Sul da Bahia.

Menções honrosas para:
• Adriano Gambarini, da Revista Terra da Gente, com “Trajetória de um sobrevivente”
• Amanda Pimentel Ferraresso, da Revista Terra da Gente, com “Paulista de Tradição”
• Fátima Costa do Nascimento, da Revista Rural, com “Mestiço da Boa Origem”
• Maria Guimarães, da Revista Pesquisa Fapesp, com “Dança de sedução”

E na categoria Televisão:

1º lugar: Estevão Ciavatta, do Programa Um Pé de Quê?, do Canal Futura, com a reportagem sobre a Lei da Mata Atlântica, tratando dos desafios de sua criação e também de sua implantação.

2º lugar: Evandro Siqueira, do Programa Fantástico, da TV Globo, com uma reportagem sobre a trilha criminosa dos palmiteiros do Vale do Ribeira, que mostrou uma operação policial pela proteção do palmito-juçara e investigou o tráfico e a extração ilegal desta espécie na região.

3º lugar: Luciano Moreira dos Santos, da Rede Minas de Televisão, com reportagem do Programa Planeta Minas Meio Ambiente sobre a degradação na região do Médio Rio Doce.

Menções honrosas para:
• Claudia Campelo Tavares, do Repórter Eco / TV Cultura, com “Programa de incentivo às RPPNs completa 5 anos”
• Marcos Correia, da EPTV, com “Adventure Infantil”
• Patrícia A Vasconcellos, do SBT Brasil, com “Mata Atlântica: A floresta que cura”
• Virgínia Ferreira de Queiroz Rocholli, da TV Globo, com “Os Quilombos da Mata Atlântica no Vale do Ribeira”

“Mais uma vez o Prêmio mostrou como vem atingindo o seu principal objetivo que é o de incentivar a produção de reportagens sobre o assunto e reconhecer a excelência profissional de jornalistas que cobrem temas ambientais e os veículos de comunicação que, dessa forma, colaboram com a conscientização das pessoas Brasil afora”, comenta Márcia Hirota, diretora de Gestão do Conhecimento da Fundação SOS Mata Atlântica. Para Luiz Paulo Pinto, diretor do Programa Mata Atlântica da Conservação Internacional, a cobertura da temática ambiental feita por todos os segmentos do jornalismo se torna cada vez mais imprescindível, uma vez que o mundo passa por transformações climáticas cada vez mais evidentes e essas mudanças estão visivelmente presentes no nosso dia-a-dia.

Na categoria Impresso, a Edição 2009 foi avaliada por Adalberto Marcondes (diretor da Agência Envolverde), Ilza Maria Tourinho Girardi (professora associada na Universidade Federal do Rio Grande do Sul), Patrícia Palumbo (jornalista da Rádio Eldorado), Ricardo Ribeiro Rodrigues (professor doutor da Esalq/USP) e Paulo Lyra (mestre em Comunicação, atualmente no Programa de Comunicação para Prevenção da AIDS da OPS). Na categoria Televisão, os jurados deste ano são Francisco César Filho (cineasta, criador e organizador da Mostra do Audiovisual Paulista), Haroldo Castro (criador do Prêmio de Reportagem sobre a Biodiversidade, fotógrafo, jornalista e diretor de documentários), Sérgio Túlio Caldas (jornalista, escritor e roteirista), Denise Marçal Rambaldi (secretária geral da Associação Mico-Leão-Dourado) e Luciano Candisani (fotógrafo especializado em meio ambiente e conservação).

O concurso é promovido pela Aliança para a Conservação da Mata Atlântica (parceria entre as ONGs Conservação Internacional e Fundação SOS Mata Atlântica) e, no Brasil, conta com o patrocínio exclusivo da Colgate-Palmolive por meio da linha de produtos Sorriso Herbal.

Novo vídeo da Campanha Xixi no Banho!

julho 29, 2009 on 4:33 pm | In Campanhas, Novidades | 13 Comments

Novo vídeo da Campanha Xixi no Banho, da Fundação SOS Mata Atlântica, produzido pela agência F/Nazca. Se você faz xixi, participe!

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