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	<title>Blog SOS Mata Atlântica &#187; Posts de colaboradores</title>
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	<pubDate>Tue, 07 Sep 2010 21:14:40 +0000</pubDate>
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		<title>A Mata Atlântica é aqui em Maceió!</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Sep 2010 20:54:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe SOS Mata Atlântica</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[E aí galera que acompanha o caminhão itinerante! Relatar essa experiência será tão gratificante quanto foi vivê-la. Ao receber o convite para ser monitora local em Maceió não tive dúvidas que seria único. Mas hoje depois de ter vivido entendo que é muito mais do que imaginava.
Aqui em Maceió, os primeiros dias foram um pouco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E aí galera que acompanha o caminhão itinerante! Relatar essa experiência será tão gratificante quanto foi vivê-la. Ao receber o convite para ser monitora local em Maceió não tive dúvidas que seria único. Mas hoje depois de ter vivido entendo que é muito mais do que imaginava.</p>
<p>Aqui em Maceió, os primeiros dias foram um pouco complicados porque o tempo estava instável. Chove, faz sol. Chove faz sol&#8230; Mesmo assim as pessoas que vinham ao caminhão demonstravam surpresa e interesse. O sol deu o ar da graça nos dois últimos dias, o que trouxe muito mais visitantes e um calorão, típico da cidade.</p>
<p>Conhecer Anderson, Patrícia (e de quebra Edimar) reacendeu a paixão pela profissão biólogo. A vida dessas pessoas que deixam o conforto para cair na estrada por uma causa em que acreditam, traz uma inquietação, uma vontade de levantar da cadeira e botar a mão na massa. Ganhei, ainda, um monte de conhecimento. Eita povo inteligente e cheio de coisas a oferecer!</p>
<p>Ainda teve o apoio de um monte gente preocupada e envolvida com a causa ambiental. Instituto do Meio Ambiente, Batalhão de Polícia Ambiental e as meninas da Natura, que deram uma grande força, principalmente quando agente se via cheio de crianças ao redor.</p>
<p>Enfim, entre surpresas boas e outras nem tanto (como a análise da água: que deu meio ruinzinha!) conhecer esse projeto, essas pessoas e contribuir com ele será eternamente lembrado e contado por mim com muita satisfação. Desejo sucesso e esperando poder contribuir outras vezes.</p>
<p>Stela Barbosa,Bióloga e monitora local da exposição itinerante: A Mata Atlântica é Aqui!</p>
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		<title>Uma Maceió mais sensibilizada</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Sep 2010 20:47:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe SOS Mata Atlântica</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Nos dias 01 a 05 de setembro em Maceió tivemos o privilégio de contar com a presença do caminhão itinerante do projeto: A Mata Atlântica é aqui! promovido pela Fundação SOS Mata Atlântica. Contamos com a presença de alunos de várias escolas da localidade e de uma turma de alunos do curso de pós-graduação em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos dias 01 a 05 de setembro em Maceió tivemos o privilégio de contar com a presença do caminhão itinerante do projeto: A Mata Atlântica é aqui! promovido pela Fundação SOS Mata Atlântica. Contamos com a presença de alunos de várias escolas da localidade e de uma turma de alunos do curso de pós-graduação em Meio Ambiente de uma faculdade, além da visita de pessoas que passavam em direção ao Shopping Maceió que onde estava estacionado o caminhão.</p>
<p>Esses cinco dias foram de muito aprendizado para todos que passaram pelo caminhão. O legal é ver em cada criança um novo olhar para a Mata Atlântica e perceber que de forma simples e dinâmica as informações sensibilizam a todos. E não podemos deixar de destacar a presença de alguns parceiros locais como Instituto de Meio Ambiente-IMA e Batalhão Ambiental da Polícia Militar que juntos puderam apresentar os seus trabalhos que são desenvolvidos em Alagoas sobre a temática socioambiental.</p>
<p>Tenho a plena certeza de que esse momento jamais será esquecido em Maceió e que certamente projetos como esse sejam mais desenvolvido para sensibilizar e conscientizar a todos que vivem e estão sobre a Mata Atlântica.</p>
<p>Eduardo da Silva Santos, Professor de Geografia, Esp. Gestão em Educação Ambiental.</p>
<p>Monitor Local da SOS Mata Atlântica.</p>
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		<title>Fogo que destrói</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 20:41:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe SOS Mata Atlântica</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ameaças ao Meio Ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[Revolta, indignação, impotência. Vontade de gritar, de ir para as ruas, de fazer alguma coisa.
O cenário era desolador: o fogo que consumiu o entorno da Pedra Grande, patrimônio natural e referência da cidade de Atibaia, interior de São Paulo, não parou durante toda a quinta-feira do dia 12 de agosto. À noite, ainda era possível [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<a href='' title='pedra-grande-1'><img src="http://www.sosma.org.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/pedra-grande-1-150x150.jpg" width="150" height="150" class="attachment-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='' title='pedra-grande-3'><img src="http://www.sosma.org.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/pedra-grande-3-150x150.jpg" width="150" height="150" class="attachment-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='' title='pedra-grande-2'><img src="http://www.sosma.org.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/pedra-grande-2-150x150.jpg" width="150" height="150" class="attachment-thumbnail" alt="" /></a>

<p>Revolta, indignação, impotência. Vontade de gritar, de ir para as ruas, de fazer alguma coisa.</p>
<p>O cenário era desolador: o fogo que consumiu o entorno da Pedra Grande, patrimônio natural e referência da cidade de Atibaia, interior de São Paulo, não parou durante toda a quinta-feira do dia 12 de agosto. À noite, ainda era possível vislumbrar as labaredas que persistiam.</p>
<p>Antes de continuar, vale a pena uma apresentação: meu nome é Isabela, e faço parte da equipe gestora da comunidade Conexão Mata Atlântica. Meu relato anterior é pelo fato de ter presenciado a queimada: moro exatamente no “pé” da Pedra Grande, que fica localiza a 1.450 metros acima do nível do mar e é um conhecido ponto turístico de Atibaia.</p>
<p>Há exatamente 13 dias, realizei minha última trilha pela Pedra. Confesso que apesar de morar tão perto, há certo tempo não aproveitava a delícia que é percorrer o caminho a pé e chegar lá no topo. Em companhia do “time” Rex, Félix, Joice e Claudia, presenciamos um cenário incrível, recortado pelas dezenas de asas-delta e paragliders no céu.</p>
<p>Logo no início da queimada, equipes do Corpo de Bombeiros chegaram para controlar o incêndio. Foram cerca de 50 bombeiros, policiais militares, funcionários da prefeitura, defesa civil e voluntários. A área fica na Serra do Itapetinga, Reserva Particular do Patrimônio Natural, tombada no ano de 1983.</p>
<p>Muitas pessoas trabalharam, acompanharam, denunciaram&#8230;  Mas, grande parte da vegetação foi destruída. Hoje, final da tarde de sexta-feira, ainda ouço as hélices dos helicópteros que não param de sobrevoar a região. Espero que essa sexta-feira 13 termine melhor e não confirme a reputação do nome.</p>
<p>Ainda não há informações precisas sobre como o fogo começou. Com isso, volto aos meus sentimentos: revolta, indignação, impotência. Vontade de gritar, de ir para as ruas&#8230;<br />
<strong><br />
Atibaia, 13 de agosto de 2010</strong></p>
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		<title>Estaleiro Biguaçu mais um empreendimento desconhecido da população</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 20:01:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe SOS Mata Atlântica</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Posts de colaboradores]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Eduardo Bastos Moreira Lima
Apenas há bem pouco tempo, apesar do órgão de licenciamento estadual afirmar que foram gastos 04 anos de estudos, a sociedade catarinense pode enfim conhecer o Projeto Anitápolis. Um grande empreendimento situado em uma das mais belas regiões da Serra Catarinense, berço de rios e com exuberante vegetação preservada. Para alguns [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Eduardo Bastos Moreira Lima</em></p>
<p>Apenas há bem pouco tempo, apesar do órgão de licenciamento estadual afirmar que foram gastos 04 anos de estudos, <strong>a sociedade catarinense pode enfim conhecer o Projeto Anitápolis</strong>. Um grande empreendimento situado em uma das mais belas regiões da Serra Catarinense, berço de rios e com exuberante vegetação preservada. Para alguns a questão poderia ser simplificada em um conflito entre “ambientalistas” e empresários, para a maioria, a questão ganha um vulto maior e está relacionada à luta por ver respeitado um direito mínimo por informação ambiental, postando lado a lado, políticos, empresários, ambientalistas, agricultores, profissionais liberais, acadêmicos.</p>
<p>Em comum os dois projetos tem a defesa de múltiplos interesses, em especial a associação entre segmentos políticos e empresarias, de um lado, o mais forte, e do outro o sempre desconhecimento da sociedade sobre o que vem a ser determinado empreendimento e seus possíveis impactos, sejam eles positivos e principalmente os negativos. Nesse ponto surge uma grande interrogação. O que de fato vem a ser o Estaleiro que desejam colocar no Município de Biguaçu? Quais suas repercussões?</p>
<p>Alguns acreditam que um Estaleiro é um empreendimento para construir lanchas de passeio e pequeno porte e assim aproveitar a veia e o potencial turístico da Região, mas o certo, é que analisado o empreendimento como deve ser, e associá-los aos interesses de governo, o que será de fato construído é sim, <strong>uma estrutura capaz de fabricar plataformas petrolíferas e grandes navios e também repará-los quando avariados</strong>.  Proporcional ao investimento que é na ordem de 1,5 bilhão de dólares, cuja parte significativa será custeada pelo Poder Público, seja por linhas de crédito com juros mínimos seja via incentivos.<br />
Mas o fato do licenciamento já estar encaminhado tem relação profunda com a sua publicação. Quantos lêem nos jornais as chamadas publicações legais, quantos tomaram conhecimento que <strong>entre os dias 23 a 25 de dezembro</strong>, em pleno recesso para alguns e férias a outros, a FATMA fez publicar em jornais de grande circulação que o Estudo Prévio de Impacto Ambiental e respectivo Relatório do ESTALEIRO OSX, <strong>estariam disponíveis a sociedade para consulta no prazo de 45 (quarenta e cinco) dias</strong> com fito que interessados manifestassem algum posicionamento a respeito do estudo e em caso do silêncio prosseguiria o seu trâmite.</p>
<p>Ocorre que, ações que surgem em desacordo com a legislação podem gerar ao ente licenciador e ao empreendedor dissabores futuros por eventuais questionamentos, sejam eles administrativos ou judiciais sobre os atos e assim por a terra anos de trabalho e estudo. O certo é que poucos devem ter conhecimento que o Estaleiro a ser licenciado, em razão de suas atividades, <strong>poderá gerar danos ambientais a três unidades de conservação federais- APA Anhatomirim, ESEC Carijós e REBIO Arvoredo</strong>, além de impactar atividades relacionadas à pesca e à maricultura. Sem contar com a perturbação aos golfinhos, e tartarugas marinhas, risco de contaminação das águas subterrâneas por óleo, graxa e tinta, riscos de inundações, eis que o empreendimento situa-se em uma planície sedimentar flúvio marinha, pondo em risco biomas ameaçados e protegidos por lei como restinga de mangue pois haverá necessidade em se promover aterro do local etc. Mais isso é preocupação de ambientalista dirão uns, de gente contra o progresso.</p>
<p>Contudo, quase ninguém tem se dado conta é que <strong>na área de influência direta do futuro Estaleiro, estão às áreas mais valorizadas do litoral catarinense, desde a internacional e recém certificada com a Bandeira Azul, Jurerê, passando por Palmas e as igualmente belas e conhecidas praias de Governador Celso Ramos</strong>.</p>
<p>E nesse ponto convergem os <strong>interesses de empresários, ambientalistas, proprietários</strong>, cada um a sua forma de ver a questão. Não se pode negar à importância do empreendimento à sociedade, com relação à geração de empregos, mas deve-se também questionar que os que vivem do mar, aqueles que vivem do turismo, em especial relacionados às atividades náuticas, poderão sofrer prejuízos e perder postos de trabalho, <strong>aqueles que investem na Região</strong>, em especial em imóveis, loteamentos, para um público cada vez mais seleto e exigente e que tem o meio ambiente como valor agregado ao empreendimento, poderão ser surpreendidos com navios passando perto de suas propriedades e deixando um rastro de óleo e graxa no oceano.</p>
<p>Quanto às questões de ordem legal e eventuais contestações ao processo ou procedimento do licenciamento deixamos para outro espaço. O importante, mais uma vez, é divulgar a sociedade outro uma mega empreendimento que surge sem muito alarde e com grandes repercussões e cada um tire suas conclusões.</p>
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		<title>[Reciclando atitudes] “Devemos ser a mudança que queremos ver no mundo” Gandhi</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 17:30:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe SOS Mata Atlântica</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Por Amanda Cylke Magalhães Soares
Desde o ano passado me interesso pela questão do lixo. Comecei a reparar que no colégio não existe muita preocupação ambiental, e passei a agir. Mudei muitos dos meus hábitos, o que não foi fácil. Desperdiçava muita água, porque enchia o copo e não bebia tudo, não fechava a torneira na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Amanda Cylke Magalhães Soares</p>
<p>Desde o ano passado me interesso pela questão do lixo. Comecei a reparar que no colégio não existe muita preocupação ambiental, e passei a agir. Mudei muitos dos meus hábitos, o que não foi fácil. Desperdiçava muita água, porque enchia o copo e não bebia tudo, não fechava a torneira na hora de escovar os dentes, por exemplo. Desperdiçava muito papel, higiênico ou folha, porque usava um pouco e jogava no lixo. O mais difícil foi com relação ao alimento. Deixava muito no prato e não me preocupava na hora de pegar a comida.</p>
<p>Não foi fácil mudar meus hábitos em prol da ecologia, e, aliás, não está sendo fácil, porque a cada dia tenho que me corrigir e assim poder falar: “eu faço a minha parte”. Lutei muito para mudar algumas coisas aqui dentro e luto ainda hoje. Uma das minhas maiores vontades era implantar a coleta seletiva no Emilie, que não era feita e está começando agora. Queria deixar acumular o lixo que os alunos produzem e colocar lixeiras separadas no pátio. Não consegui.</p>
<p>Mas, um dia eu cheguei na sala do Voz Ativa e me disseram que duas alunas tinham conseguido a aprovação do projeto que eu tanto queria. Fiquei muito feliz e conheci a Priscilla e a Isabella. Foi muito bom, porque começamos a pensar na ação que faríamos, e colocamos, enfim, em prática. Ganhamos novos membros: o Kevin, a Ana Beatriz e a Ingrid, que se mostraram interessados em ajudar e mudar um pouco essa nossa realidade. Despejamos o lixo de uma semana no meio do pátio e dispusemos os dados da quantidade gerada. Para a nossa grande decepção, não tivemos muito sucesso, e os alunos continuam jogando o lixo no chão, e continuam “nem aí”.</p>
<p>É muito triste ver que não estão “nem aí” para a natureza, nem aí para o nosso futuro e para quem vem por aí. Acredito que, acima de tudo, é importante continuar lutando, continuar agindo e não perder a esperança, porque só assim conseguiremos um mundo melhor. Não é fácil acreditar, não é fácil mudar e não é nada fácil falar sobre isso, alertar as pessoas. Eu sou recriminada, sou feita de palhaça e viro, muitas vezes, motivo de piada. Mas continuo tentando, e acho que estamos mesmo no caminho.</p>
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		<title>[Reciclando atitudes] A consciência gera a ação</title>
		<link>http://www.sosma.org.br/blog/?p=1603</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 20:59:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe SOS Mata Atlântica</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Por Ana Beatriz Craveiro, da 2ª série do ensino médio
Quando eu era pequena, lembro-me de que insistia para minha mãe fazer a coleta seletiva na minha casa. Também tinha o costume de, no supermercado, pegar um monte daquelas sacolinhas coloridas que diferenciavam os materiais e falava “Olha mãe, já tem até as sacolinhas coloridas, é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Ana Beatriz Craveiro, da 2ª série do ensino médio</p>
<p>Quando eu era pequena, lembro-me de que insistia para minha mãe fazer a coleta seletiva na minha casa. Também tinha o costume de, no supermercado, pegar um monte daquelas sacolinhas coloridas que diferenciavam os materiais e falava “Olha mãe, já tem até as sacolinhas coloridas, é só separar”, mas ela achava muito trabalhoso.<br />
Um dia ela encontrou com uma vizinha no elevador e perguntou o que ela estava levando e ela disse “Ah, é o meu lixo reciclável&#8230; só precisa separar do orgânico e lavar aos estabelecimentos que coletam os resíduos recicláveis”.  A minha mãe achou tão simples só precisar de duas lixeiras diferentes ao invés de cinco que começou a fazer a c oleta, e há uns dois anos o meu prédio começou a fazer também, mas nem todos separam e jogam o lixo no local certo. Com o tempo eu parei de me preocupar um pouco com isso, até confesso que não prestava atenção em que lixo estava jogando as coisas e misturava tudo.</p>
<p>Então ano passado, na comemoração da beatificação de Emilie, foram entregues medalhinhas embrulhadas em plástico e com um papel explicativo. Após a celebração, todos os alunos subiram e o pátio estava um mar de lixo, todas as embalagens estavam no chão, as lixeiras estavam vazias e tinha até uma garrafa cheia de água jogada no chão. Eu fiquei indignada com isso e falei com a Patrícia, professora de química, se não poderíamos fazer alguma coisa pra conscientizar os alunos e ela disse que esse ano nós faríamos um trabalho sobre as questões ambientais. Depois disso, eu comecei a reparar no lixo que fica no chão do pátio, após o intervalo, e nas ruas. É muito “engraçado” como estamos acostumados com isso, porque mesmo sendo errado, o lixo sempre esteve no chão e se torno u tão comum que as pessoas não veem mais e não se importam.</p>
<p>Durante a pesquisa para o trabalho da Patrícia, descobri que o lixo da escola não ia para a reciclagem, pois todas as ONGs que já tentaram retirar o nosso lixo desistiram porque o lixo reciclável estava sempre misturado com o orgânico, o que impossibilita a reciclagem. Eu procurei algumas soluções para o colégio poder fazer a coleta, mas parecia um ciclo sem fim, pois dependia da colaboração dos alunos e eles não queriam ajudar e por isso a coordenação também estava desmotivada. Agora no segundo semestre, a Isabela Dib falou que estava recolhendo o lixo por iniciativa própria e que o Voz Ativa estava com um projeto e me chamou para participar das reuniões. Eu espero que esse projeto consiga conscientizar os alunos a levar o lixo do Emilie para reciclagem, pois é muito lixo por sem ana que vai para os aterros sanitários, que já estão saturados, enquanto poderia ser reaproveitado, economizando os recursos.</p>
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		<title>[Reciclando atitudes] Participação de alunos do ensino médio de São Paulo</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 18:04:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe SOS Mata Atlântica</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Posts de colaboradores]]></category>

		<category><![CDATA[reciclagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Vocês sabem que o nosso blog é nosso mesmo, por que usamos para divulgar projetos e atividades da Fundação SOS Mata Atlântica, mas todo mundo pode mandar pra gente textos bacanas sobre meio ambiente e sustentabilidade para publicarmos aqui. E nós recebemos alguns textos da Amanda Cylke, aluna do ensino médio de uma escola em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vocês sabem que o nosso blog é nosso mesmo, por que usamos para divulgar projetos e atividades da Fundação SOS Mata Atlântica, mas todo mundo pode mandar pra gente textos bacanas sobre meio ambiente e sustentabilidade para publicarmos aqui. E nós recebemos alguns textos da Amanda Cylke, aluna do ensino médio de uma escola em São Paulo. Um grupo de alunos resolveram fazer algo a respeito do lixo da escola. Iremos publicar os textos em três partes, e antes do título, colocaremos o nome do projeto que é Reciclando Atitudes. A partir de agora a Amanda e seus amigos explicam melhor&#8230;</p>
<p><strong>Reciclando atitudes</strong></p>
<p>Dizem que as crianças e os adolescentes não estão preocupados com a política e com a economia, que não se interessam pelo que acontece no mundo. Para alguns, essa deve ser uma realidade, para esse grupo não.</p>
<p>Amanda Cylke, Ana Beatriz Craveiro, Ingrid Freitter, Isabela Dib, Kevin Tokunaga, Priscila Hoenen e Vinicius Dias Dutra são exemplos de pessoas que, independente da idade, sabem de suas responsabilidades e querem, por mais difícil que isso seja, mudar seus hábitos e fazer o seu mundo melhor. E escolheram começar por suas casa e escola.</p>
<p>No segundo semestre de 2009, esse grupo se encontrou e, utilizando o espaço Projeto Voz Ativa, colocou em prática sonhos e vontades. Acompanhe aqui a experiência pela qual passaram e se inspire para reciclar também suas atitudes!</p>
<p><strong>Como tudo começou</strong><br />
Por Priscila Lagreca Hoenen</p>
<p>Tudo começou quando a Dib me falou sobre o céu que estava cinza e aí começamos a observar o pátio do Colégio e o lixo que estava nele.</p>
<p>Depois eu e Isabela começamos a recolher o lixo, colocando-os em uma sacola e simplesmente jogando no lixo.</p>
<p>Escrevemos uma carta para Silvia e aí, conversando com ela, descobrimos o Voz Ativa e o projeto com as meninas das 2as e 3as séries do ensino médio.</p>
<p>Estou muito feliz com o projeto e acredito que vai dar tudo certo e que essa ação vai melhorar muito o mundo. Espero conscientizar as pessoas a jogar o seu lixo no lixo e a reciclar o que é possível.</p>
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		<title>Preservação da mata</title>
		<link>http://www.sosma.org.br/blog/?p=1509</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 15:55:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe SOS Mata Atlântica</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Posts de colaboradores]]></category>

		<category><![CDATA[depoimento]]></category>

		<category><![CDATA[participação de leitores]]></category>

		<category><![CDATA[preservacao]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Juliana Santos
Quero dizer que também estou em busca de um mundo melhor e para conseguirmos isso temos que parar de destruir o que tanto precisamos para sobreviver.
Sem a natureza como vamos respirar não vai ter ar puro somente fumaça e é o que está próximo de acontecer em países que não valorizam o que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Juliana Santos</em></p>
<p>Quero dizer que também estou em busca de um mundo melhor e para conseguirmos isso temos que parar de destruir o que tanto precisamos para sobreviver.</p>
<p>Sem a natureza como vamos respirar não vai ter ar puro somente fumaça e é o que está próximo de acontecer em países que não valorizam o que tem de verde precisamos parar de falar e tomar atitudes como, por exemplo, fazer com que tenha leis eficazes contra o desmatamento ilegal e aqueles que forem derrubar uma arvore tenha que plantar 1000 e ainda tenha custo por conta do prejuízo que causou para a população e para melhorar, multa para quem joga lixo no chão existe lixo para que?</p>
<p>Vivemos em sociedade, ou seja, não vou entrar na sua casa e jogar uma lata de refrigerante no chão o mais eficaz seria educar a população e mostrar que podemos ter um pais limpo de verdade sem que tenha ninguém vigiando basta pensar que esta em casa antes de sujar a cidade o pais e o mundo.</p>
<p>O mais importante reciclar e parar de desmatar nossas matas preciosas.</p>
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		<title>Voluntariado SOS Mata Atlântica - Visita a Cooperostra</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 20:49:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe SOS Mata Atlântica</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Posts de colaboradores]]></category>

		<category><![CDATA[depoimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem já ouviu falar das Ostras de Cananéia? Pois é, fomos até lá vê-las de perto e saboreá-las. Primeiramente fomos muito bem recebidos pelo cooperado Mário, que nos explicou como as 42 famílias que fazem parte desta cooperativa conseguiram colocar no mercado Ostras Certificadas. O processo nos pareceu bastante simples, as ostras são tiradas do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem já ouviu falar das Ostras de Cananéia? Pois é, fomos até lá vê-las de perto e saboreá-las. Primeiramente fomos muito bem recebidos pelo cooperado Mário, que nos explicou como as 42 famílias que fazem parte desta cooperativa conseguiram colocar no mercado Ostras Certificadas. O processo nos pareceu bastante simples, as ostras são tiradas do mangue e colocadas em um tanque com água esterilizada e sem nenhum tipo de produto químico. Como não existem substratos alimentares, as ostras filtram a água e com isso também fazem uma auto-limpeza, eliminando as impurezas internas.</p>
<p>Como as ostras filtram cerca de 20 litros de água por hora, uma hora é o suficiente para que elas estejam limpas. Após este período elas são embaladas e estão prontas para serem comercializadas. Como são vendidas vivas e frescas seu prazo de validade é de cinco dias, porém para evitar perdas antes deste prazo, alguns cuidados são importantes:<br />
·    Não ficarem expostas ao sol<br />
·    Devem ficar em locais frescos, arejados e secos.<br />
·    Colocá-las novamente na água vai descaracterizá-las e assim sendo, deixarão de ser ostras de Cananéia e passarão a ser Ostras do lugar de onde vem a água, podendo assim se tornar impuras para o consumo.<br />
·    Quando colocadas no freezer, geladeira ou no gelo elas morrem, o que também altera as características do produto.</p>
<p><strong>Como consumir</strong><br />
Como consumidores precisamos ter alguns cuidados ao consumir ostras. Primeiro é preciso observar se tem água dentro delas, senão tiver, elas podem estar mortas ou estragadas. Bata uma ostra na outra, caso o barulho seja um som como se tivessem sendo batidas duas pedras elas estão boas, se o som de alguma delas for de “oco” algumas delas precisa ser dispensada. Cheiro forte e desagradável também é um indício de que a ostra não está boa para consumo.</p>
<p><strong>Preparo</strong><br />
No preparo de receitas em que a ostra será cozida, aqueça-as em uma panela com tampa e um dedo de água, pois com o calor elas abrirão naturalmente. E para abri-las basta colocar uma faca de ponta curta entre os pontos de contato e fazer movimentos horizontais, voc7e vai notar que não é necessário fazer força.</p>
<p><strong>Cooperostra</strong><br />
O trabalho da Cooperostra começou em 1997 com o objetivo de resgatar a pesca tradicional do molusco. Um projeto em parceria com o poder público, ONGs, empresas privadas e Institutos de pesquisa que tinha como condição crucial extrair as ostras do meio ambiente de maneira sustentável. A parceria com o setor privado possibilitou a análise contínua da qualidade da água de onde são retiradas.<br />
Mas ainda assim era preciso profissionalizar todo o processo e cumprir as determinações do Ministério da Agricultura para que fosse possível obter a certificação. Então a Cooperostra desenvolveu um cativeiro para que fosse possível ter ostras o ano todo, visto que de 18 de dezembro a 18 de fevereiro é a época de defeso e não é permitido tirar as ostras do manguezal. Para este período são necessárias 25 mil dúzias de ostras em cativeiro para atender à demanda de restaurantes como o Figueira Rubayat, Hotel Transamérica e algumas unidades dos supermercados Pão de Açúcar.<br />
Outro ponto importante é que não são retiradas do mangue ostras menores de 5 cm, nem maiores de 10 cm, a primeira por ainda não ter se reproduzido e a segunda por ser a Mariz de reprodução da espécie.<br />
Desta forma, a Cooperostra conta com 42 famílias que vivem da criação, produção e comercialização do alimento. Vendendo cerca de 8 mil dúzias de ostras por mês durante o ano todo.</p>
<p><strong>Informações Nutricionais</strong><br />
As ostras são ricas em proteínas, uma dúzia de ostra equivale a 1 kg de proteína encontrada na carne animal, porém sem colesterol. Muitos pratos podem ser feitos com Ostras como, pastéis, tortas, bolos entre outras delícias. Para apreciá-las a comunidade remanescente de quilombolas de Cananéia realiza anualmente, no mês de novembro, a Festa da Ostra.<br />
Desafios<br />
Os desafios da Cooperostra, embora há 12 anos no mercado ainda são muitos. Muitos restaurantes compram 10 dúzias de ostras da Cooperostra e vendem 20. O que acontece é que compram de outros fornecedores e vendem apenas como “Ostras de Cananéia”, porém oriundas não apenas da Cooperostra, pois alguns atravessadores vendem mais barato, mas claro, sem o cuidado e a certificação do Ministério da Agricultura.<br />
Na pior das hipóteses para termos segurança no consumo é melhor que a ostra esteja congelada, mas nada substitui o questionamento para o estabelecimento, das condições de armazenagem e, claro, da origem do produto.<br />
E agora, um bom apetite sustentável a todos.</p>
<p>Depoimento: Luciana Dorta</p>
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		<title>O GIGANTE DA MATA ATLÂNTICA TOMBA</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 19:47:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe SOS Mata Atlântica</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Posts de colaboradores]]></category>

		<category><![CDATA[ademir carosia]]></category>

		<category><![CDATA[colaboradores]]></category>

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		<description><![CDATA[O vendaval e a chuva forte do dia 12 de outubro derrubaram o Jequitibá em Guaranésia-MG. A cidade que faz divisa com Arceburgo-MG abrigava este gigante da Mata Atlântica.
Esta árvore tinha uma altura de 60m, quase 3.000 anos e uma circunferência de mais de 15m.
Eu, que costuma ir vê-lo com frequência, tive um impacto muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<a href='' title='dsc01697'><img src="http://www.sosma.org.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/dsc01697-150x150.jpg" width="150" height="150" class="attachment-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='' title='dsc04283'><img src="http://www.sosma.org.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/dsc04283-150x150.jpg" width="150" height="150" class="attachment-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='' title='nova-pasta2-154'><img src="http://www.sosma.org.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/nova-pasta2-154-150x150.jpg" width="150" height="150" class="attachment-thumbnail" alt="" /></a>

<p>O vendaval e a chuva forte do dia 12 de outubro derrubaram o Jequitibá em Guaranésia-MG. A cidade que faz divisa com Arceburgo-MG abrigava este gigante da Mata Atlântica.<br />
Esta árvore tinha uma altura de 60m, quase 3.000 anos e uma circunferência de mais de 15m.<br />
Eu, que costuma ir vê-lo com frequência, tive um impacto muito grande ao chegar no local e ver aquele gigante tombado, parecendo um &#8220;deus&#8221; inerte. Ali estava ele imóvel. Suas folhas já não balançam mais as abelhas que ali moravam, estavam alvoroçadas.<br />
É a lei da Natureza.<br />
Passada uma semana, fui fazer um projeto em  Mococa-SP, com árvores brasileiras,<br />
Enquanto plantava um jequitibá de 1,5m de altura fiquei lembrando  do gigante tombado.</p>
<p>Ademir Carosia<br />
Ambientalista<br />
Arceburgo-MG</p>
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