Notícias

Newsletter

Acompanhe as novidades e fique sempre informado sobre nossos eventos

Artefacto Beach & Country apresenta coleção inspirada na Mata Atlântica
27/11/2017


Dez designers brasileiros pintam a Mata Atlântica e alertam sobre o cuidado com a natureza

A Artefacto Beach & Country apresenta a coleção de tecidos e papéis de parede Manifesto Mata Atlântica. Pautado no desejo de ajudar a trazer à consciência e importância da Mata Atlântica, a Artefacto convidou a editora e curadora Clarissa Schneider para fazer uma coleção de estampas inspiradas nela. As padronagens vêm assinadas por um time de dez craques do mundo da arquitetura, arte, design e paisagismo. São eles: Ana Laet, André Paolielo, Arthur Casas, Dan Fialdini, Gaspar Saldanha, Marcio Kogan + Studio MK27, Miguel Pinto Guimarães, Ricardo Bello Dias, Tânia Eustáquio e Ucho Carvalho.

A SOS Mata Atlântica se uniu em parceria com a Artefacto Beach & Country. 10% do valor das vendas da coleção será destinado às iniciativas da Fundação.

Pedro Passos, presidente da SOS Mata Atlântica, agradeceu à iniciativa. “A doação é muito importante para manter nosso trabalho, mas estamos muito felizes também por podermos passar nossa mensagem para um público formador de opinião e diferente do que costumamos dialogar”, disse.

Para a curadora, Clarissa Schneider  é muito importante unir ética e estética. “A gente vive muito melhor com as duas coisas”, afirmou.

“Promover o bem-estar por meio do cuidado com a natureza e dar significado às coisas. Esse é o conceito da curadoria para a marca Artefacto Beach & Country, transmitido aos 10 profissionais convidados a desenhar uma estampa inspirada na Mata Atlântica”, conta a curadora.

“Patrimônio natural brasileiro – e Reserva da Biosfera da Unesco -, a Mata Atlântica é um dos cinco pontos mais importantes da biodiversidade do mundo e o bioma mais ameaçado do Brasil. Lugar de extraordinária beleza, tem grande parte da sua imensa variedade de flora e fauna ameaçada, e por isso, resolvi chamar a coleção de Manifesto Mata Atlântica”, completa.

“A designer têxtil Ana Laet criou um desenho exuberante, onde a selva toda se funde num emaranhado de folhas. O paisagista André Paolielo fez de sua foto um Toile de Jouy da vida selvagem. O arquiteto Arthur Casas traçou um padrão de pixels de um pantone variado de verdes. O artista Dan Fialdini pintou nove espécies de flores nativas. Gaspar Saldanha, também artista, esboçou uma floresta selvagem de bromélias e bambus. Os arquitetos Marcio Kogan + o studio MK27 pesquisaram os cupins e criaram ilustrações muito bem traçadas daqueles insetos fundamentais para o equilíbrio ecológico. O arquiteto carioca Miguel Pinto Guimarães representou a mata numa geometria. O arquiteto Ricardo Bello Dias lembrou do Mico Leão Dourado, espécie em extinção, e projetou um cobogó de macaquinhos e folhagens. A arquiteta Tânia Eustáquio representou as gotas de chuva nas plantas por meio de uma aquarela. E, por último, o designer gráfico e publicitário Ucho Carvalho também usou essa técnica, pincelando um bosque surrealista de flores azuis”, explica sobre as estampas.


Tags

Compartilhe

Comentários