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Ato “Finados Ambiental” tem cortejo fúnebre na avenida Paulista
02/11/2019


Fundação SOS Mata Atlântica chamou atenção para o impacto dos crimes ambientais na vida da população

Na manhã deste sábado (2), Dia dos Finados, a Fundação SOS Mata Atlântica realizou um ato no vão livre do MASP e um cortejo fúnebre pela avenida Paulista em memória às vítimas de crimes ambientais e em respeito e solidariedade às suas famílias, às florestas, ao mar, aos rios, à política socioambiental, aos ativistas socioambientais e toda população brasileira.

Veja algumas fotos do ato

Na ocasião, integrantes da ONG, voluntários e o público que ocupava a Paulista fechada para os carros, utilizaram dois caixões com mudas mortas dentro – simbolizando a morte do meio ambiente – além de uma faixa com os dizeres: “Chega de fogo, lama, óleo e veneno. O meio ambiente degradado mata as pessoas”.

Além disso, 12 cartazes chamavam a atenção do público com frases, como: “Luto pelo desmonte do meio ambiente no Brasil”; “Pela vida daqueles que lutam pelo meio ambiente”; “SOS florestas, mar, rios e vidas”; “Todo dia um crime ambiental (impune) no Brasil”, entre outras.

Malu Ribeiro, coordenadora na Fundação SOS Mata Atlântica, leu um manifesto da organização para o ato que fala sobre os impactos dos crimes ambientais na vida da população. Veja o manifesto na íntegra.

“Ao mesmo tempo que o Brasil é um dos países com mais biodiversidade do mundo, é o país que mais mata ativistas. O assassinato do Guardião Guajajara nesta sexta (1º) é o mais recente exemplo disso. É por essas pessoas que nosso ato foi realizado, pela situação de desmonte de nossa política de meio ambiente e pela degradação ambiental cotidiana de nosso país. É um momento de urgência e precisamos da participação e engajamento de todos nessa luta. É da vida de todos que estamos falando”, afirmou Malu.

Ao término do evento, foram gritadas palavras de ordem pela vida e contra a morte das pessoas e de ecossistemas.


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