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Ilha Grande de Sta Isabel ganha cartilha sobre sua sociobiodiversidade
29/03/2012


Iniciativa da Comissão Ilha Ativa é apoiada por recursos do programa Costa Atlântica, da Fundação SOS Mata Atlântica. Lançamento ocorre dia 1° de abril, às 16h.

A Comissão Ilha Ativa – CIA, organização não governamental do município de Ilha Grande com atuação na APA Delta do Parnaíba, estados do Piauí, Ceará e Maranhão, lançará no dia 01 de abril de 2012 a cartilha: “Sociobiodiversidade da Ilha Grande de Santa Isabel – Um olhar da comunidade local visando à reserva extrativista Cajuí”, elaborada a partir do projeto “Sensibilização das comunidades para o uso sustentável dos recursos naturais da Ilha Grande de Santa Isabel”. O projeto é apoiado pela Fundação SOS Mata Atlântica, através do Programa Costa Atlântica. Além de traçar um diagnóstico das comunidades e biodiversidade da região, a cartilha visa apoiar o estabelecimento de uma unidade de conservação de uso sustentável na região.

A cartilha trará o levantamento realizado pela equipe técnica da CIA junto a 15 comunidades da Ilha Grande de Santa Isabel, durante o ano de 2011, com informações dos principais recursos naturais utilizados para alimentação e comercialização, e com o intuito de mostrar a importância da conservação do ambiente, dos recursos naturais e do modo de vida destas comunidades, visando desenvolvimento local sustentável.

A cartilha foi elaborada a partir de pesquisa em campo e está montada com os seguintes pontos: histórico de lutas (Como começou), caracterização do local (Onde estamos), as comunidades (Quem somos), descrição dos principais recursos naturais na visão das comunidades, e o futuro (Pra onde vamos?), numa construção focada no poder fazer das comunidades.

O objetivo da cartilha é subsidiar o ICMBio na criação da unidade de conservação de uso sustentável, Reserva Extrativista Cajuí, ou RESEX Cajuí, mas também informar as instituições públicas e privadas, assim como a sociedade civil, sobre as riquezas de nossa região e a importância de se conservar esses recursos naturais.

De acordo com a economista Fátima Crespo, coordenadora do projeto: “Esse processo de criação de unidade de conservação é complexo e nosso papel é fornecer informações sobre a importância da região, os recursos naturais, seus usos e costumes, fortalecendo as decisões do poder público e participar da organização das comunidades, que serão os verdadeiros gestores desta unidade de conservação”.

Com informações da Comissão Ilha Ativa.


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