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“Eleitor tem de cobrar candidatos”, diz Mario Mantovani em Brasília

22 de agosto de 2012

A Plataforma Ambiental 2012 foi tema do café da manhã realizado nesta quarta-feira pela Frente Parlamentar Ambientalista, em parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica, no restaurante do anexo IV da Câmara dos Deputados, em Brasília. A apresentação da ferramenta foi feita por Mario Mantovani, diretor de Políticas Públicas da Fundação – uma das organizações que elaborou a Plataforma, com apoio da Frente e da Associação Nacional de Órgãos Municipais de Meio Ambiente (ANAMMA).

Estiveram no evento deputados federais e estaduais, representantes da sociedade civil e o coordenador do Programa Cidades Sustentáveis, Oded Grajew. A SOS Mata Atlântica estava representada por Roberto Luiz Leme Klabin, presidente da Fundação, Mario Mantovani, diretor de Políticas Públicas, Marcia Hirota, diretora de Gestão do Conhecimento e Bellô Monteiro, coordenador do Programa de Mobilização e Voluntariado.

Segundo Mantovani, “a iniciativa contribui para a criação da agenda socioambiental pelos candidatos nos municípios”. Na ocasião, ele citou alguns exemplos do que pode ser feito pelos próximos gestores, como a coleta seletiva, a construção de aterros, a produção de orgânicos nas cidades e o tratamento de esgoto.

Ele convocou os participantes a influenciar seus candidatos a prefeito, a vice-prefeito e a vereador nos Estados a se apropriarem desse tema e assumir o compromisso público pelo site: www.sosma.org.br. “Esta é uma ação para o eleitor. É ele que tem que chamar a atenção e cobrar dos candidatos”, afirmou.

Já o coordenador do Programa Cidades Sustentáveis, Oded Grajew, ao falar sobre problemas urbanos citou a dificuldade de mobilidade ocasionada, principalmente, pelo crescimento desordenado dos grandes centros. Para ilustrar seu discurso, Grajew mostrou um vídeo de oito minutos que abordou as soluções possíveis para transformar uma cidade em sustentável.

Outra ação incentivada por Mantovani foi a criação do Plano Municipal da Mata Atlântica, prevista pela lei de proteção do bioma, e que tem como meta a formação de corredores ecológicos e a consolidação de novas Unidades de Conservação.

Para falar sobre isso o evento contou com a presença de Vivian Maitê, representante do Comitê em Defesa das Florestas em João Pessoa. A cidade foi a primeira do Brasil a elaborar o plano e essa experiência virou um livro, que acaba de ser lançado. . De acordo com Maitê, a intenção da publicação “Plano Municipal de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica” é compartilhar as informações dos remanescentes florestais do município e traduzir o documento em uma linguagem fácil, para que outras cidades possam seguir o mesmo modelo.

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