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Em edição virtual, mais importante evento sul-americano dedicado à temática socioambiental apresenta 98 filmes de 24 países

Mostra Ecofalante de Cinema acontece de 12/08 a 20/09. Programação é gratuita

10 de agosto de 2020

De 12 de agosto a 20 de setembro, a Mostra Ecofalante de Cinema chega à sua 9ª edição de forma totalmente online e gratuita.

A programação do mais importante evento audiovisual sul-americano dedicado às temáticas socioambientais reúne 98 títulos, muitos deles inéditos no Brasil. No total, estão representadas as cinematografias de 24 países.

A grade de programação prevê novidades diárias, com até 11 diferentes sessões por dia. Ao longo das seis semanas do evento, os títulos ficam disponíveis sempre às 15h00, por períodos de 24 horas, com até cinco dias de exibições cada um.

“Em junho deste ano já tivemos a experiência de realizar um festival online com o Especial Semana do Meio Ambiente, em parceria com a plataforma Videocamp, que contou com cinco filmes e seis debates exibidos no Facebook e no YouTube. Tivemos sessões em 490 cidades do Brasil e a participação de quase 30 mil pessoas nos filmes e debates”, conta Chico Guariba, diretor do festival. “Agora, levaremos nossa programação para três plataformas com o objetivo de democratizar ainda mais o acesso e atingir novos públicos”.

Todas as exibições e entrevistas poderão ser acessadas na plataforma Ecofalante pelo endereço www.ecofalante.org.br e os debates serão transmitidos ao vivo no Facebook (facebook.com/mostraecofalante) e no Youtube (youtube.com/mostraecofalante). Os filmes também poderão ser acessados pela Videocamp e pela Spcine Play.

Os filmes programados trazem a assinatura de cineastas consagrados, como os brasileiros Lírio Ferreira (“Acqua Movie”), Daniela Thomas (“Tuã Ingugu (Olhos d’Água)”), Jorge Bodanzky (“Ruivaldo, o Homem que Salvou a Terra”), Wolney Oliveira (“Soldados da Borracha”), Estêvão Ciavatta (“Amazônia Sociedade Anônima”) e Petrus Cariry (“A Jangada de Welles”).

Estão incluídas obras selecionadas em eventos internacionais de prestígio, como o Festival de Cannes, onde foram apresentados o francês “Botando pra Quebrar”, de Lech Kowalski, exibido na Quinzena dos Realizadores, e o brasileiro Indianara”, de Aude Chevalier-Beaumel e Marcelo Barbosa, que concorreu à Palma Queer.

Estiveram na programação do Festival de Berlim “Patrimônio”, coprodução México/EUA dirigida por Lisa H. Jackson e Sarah Teale, o belga Ma’Ohi Nui”, de Annick Ghijzelings, e o brasileiro “Estou me Guardando Para Quando o Carnaval Chegar”, de Marcelo Gomes.

Passaram pelo Festival de Sundance “Jawline: Ascensão e Queda de Austyn Tester”, de Liza Mandelup, e Dolores”, de Peter Bratt, ambas produções norte-americanas. Já na programação do Festival de Roterdã, na Holanda, foram incluídos o britânico O Futuro do Trabalho e da Morte”, de Sean Blacknell & Wayne Walsh, e o brasileiro “Perpétuo”, de Lorran Dias.

Considerado o mais importante festival de documentários do mundo, o IDFA-Amsterdã exibiu “Golpe Corporativo”, coprodução Canadá/EUA dirigida por Fred Peabody, o francês “Os Senhores da Água”, de Jérôme Fritel, o polonês “A Baleia de Lorino”, de Maciej Cuske, o alemão “Olá, IA”, de Isa Willinger, “Indústria Russa” (República Tcheca), de Petr Horky, o colombiano “Suspensão”, de Simón Uribe, e o argentino “Suquía”, de Ezequiel Salinas.

Tradicional evento dedicado ao cinema documental criado em 1969 em Nyon, na Suíça, o festival Visions du Réel teve participação de “Tomates, Molho e Wagner”, longa-metragem grego de Marianne Economou, o chileno “Deus”, de Christopher Murray, Josefina Buschmann e Israel Pimentel, do colombiano “O Delegado”, de Samuel Moreno Alvarez, e “Os Despossuídos”, coprodução Canadá/Suíça dirigida por Mathieu Roy, todos incluídos na 9ª Mostra Ecofalante de Cinema.

E no canadense Hot Docs, o maior festival documental da América do Norte, foram apresentados o iraniano “Exodus”, dirigido por Bahman Kiarostami (filho do importante cineasta Abbas Kiarostami), “Vulcão de Lama” (EUA), da vencedora do Oscar Cynthia Wade, aqui em parceria com Sasha Friedlander, o canadense “Beleza Tóxica”, de Phyllis Ellis, o sueco “Push: Ordem de Despejo”, de Fredrik Gertten, “O Mês Mais Quente”, coprodução EUA/Canadá assinada por Brett Story, e “Ouro da Morte”, produção da África do Sul dirigida pela dupla Catherine Meyburgh e Richard Pakleppa.

Crédito: Ecofalante

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