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Evento debate o futuro da Mata Atlântica

Encontro aconteceu em celebração do Dia da Mata Atlântica (27/05). Veja como foi

27 de maio de 2020

Nesta quarta-feira (27) o Brasil celebra o Dia da Mata Atlântica. Para marcar a data, um conjunto de organizações da sociedade civil que atua pela conservação do bioma realizou o evento “Dia Mata Atlântica. E o Amanhã?“. O evento foi organizado pela Fundação SOS Mata Atlântica, Pacto pela Restauração da Mata Atlântica, Rede da Biosfera da Mata Atlântica, Rede de ONGs da Mata Atlântica e WWF-Brasil.

Com mediação da jornalista Paulina Chamorro, o encontro contou com um debate virtual com diversos especialistas no bioma. Marcia Hirota, diretora executiva da Fundação SOS Mata Atlântica, apresentou os dados de desmatamento da Mata Atlântica para o período entre 2018 e 2019. As informações são do Atlas da Mata Atlântica, iniciativa da Fundação e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), que desde 1989 mantém os dados de desmatamento do bioma atualizados com o objetivo de fornecer subsídios para ações em prol da conservação da Mata Atlântica, bem como políticas públicas. Outra iniciativa que monitora o desmatamento no Brasil também, o MapBiomas, também marcou presença com Tasso Azevedo, coordenador da iniciativa.

Mario Mantovani, diretor de Políticas Públicas da SOS Mata Atlântica, destacou o despacho 4.410/2020, do Ministério do Meio Ambiente (MMA), que representa uma grande ameaça ao bioma ao recomendar regras mais brandas para fiscalização no bioma. Mantovani também mencionou como a sociedade civil ainda pode se mobilizar contra ações que ameaçam a Mata Atlântica. Clayton Ferreira Lino, presidente do Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, falou sobre as recentes ameaças ao bioma e ações de mobilização da sociedade civil para o seu enfrentamento.

Anna Carolina Lobo, gerente de programas Mata Atlântica e Marinho do WWF-Brasil, falou sobre a conservação sem fronteiras no corredor tri-nacional-Ecorregião do Alto Paraná. Ailton Krenak, líder indígena, destacou os povos indígenas da Mata Atlântica e sua conexão com a floresta.

Fábio Fernandes Corrêa, promotor de justiça do Ministério Público do Estado da Bahia, falou sobre a proteção jurídica do bioma e João de Deus Medeiros, coordenador geral da Rede de ONGs da Mata Atlântica, abordou as implicações da alteração do Decreto 6.660 na política de conservação e restauração da Mata Atlântica.

Veja como foi.

Crédito: Fundação SOS Mata Atlântica

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