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SOS Mata Atlântica e ICMBio discutem ampliação da parceria

21 de fevereiro de 2017

Representantes da Fundação SOS Mata Atlântica e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) se reuniram na quinta-feira (16), na sede do Instituto, em Brasília, para tratar da ampliação da parceria entre as duas instituições. No encontro, foi feito um balanço dos resultados obtidos pelas unidades de conservação (UCs) que já participam da cooperação interinstitucional e avaliadas as próximas UCs que assinarão termo de cooperação técnica neste ano.

A parceria da SOS Mata Atlântica com o ICMBio se dá por meio dos fundos pró-Unidades de Conservação da Mata Atlântica e marinhas, que contribuem na gestão das unidades de conservação dando apoio para implementação do plano de manejo, à fiscalização, projetos de pesquisa e atividades de uso público.

O presidente do ICMBio, Ricardo Soavinski, ressaltou a importância da parceria no contexto da conservação ambiental e nos avanços que o trabalho em conjunto pode trazer para a gestão das UCs. Atualmente, o Brasil dispõe de 327 unidades de conservação federais distribuídas por todo o País. No total, elas somam mais de 70 milhões de hectares, cerca de 10% do território nacional.

A diretora executiva e gestora do conhecimento da Fundação SOS Mata Atlântica, Márcia Hirota, Marcia explica que “o fortalecimento das Unidades de Conservação é prioridade para a SOS Mata Atlântica e os fundos de apoio a Unidades de Conservação é uma forma de engajar doadores e parceiros nesta agenda, trabalhando em cooperação sempre alinhados aos planos de manejo e com a participação dos conselhos de cada unidade. A parceria com o ICMBio é essencial nesta agenda e tem o potencial de mudar a realidade da conservação ambiental no Brasil”.

Os gestores das UCs que já contam com o apoio dessa cooperação puderam apresentar os ganhos e as mudanças que a parceria trouxe para auxiliar nos trabalhos de conservação e proteção. Maurizélia Brito, chefe da Reserva Biológica (Rebio) Atol das Rocas (RN), contou que, com os recursos investidos, foi possível promover melhorias na primeira unidade de conservação marinha criada no Brasil, como a reforma da estação de pesquisa de pesquisa existente na reserva. “Hoje temos internet, energia solar e equipamentos para que os pesquisadores possam fazer seu trabalho, tudo construído entre o ICMBio, SOS Mata Atlântica e GEF – Mar”.

Atualmente, a Reserva Biológica Atol das Rocas (RN), a Área de Proteção Ambiental Costa dos Corais (AL-PE), o Parque Nacional da Tijuca (RJ), a Área de Proteção Ambiental de Cairuçu (RJ), a Estação Ecológica da Guanabara e a Estação Ecológica da Guanabara (RJ) já contam com o termo de cooperação. Estão em fase de assinatura a Reserva Biológica do Arvoredo (SC) e os parques nacionais da Bodoquena (MS), do Itatiaia (RJ) e da Serra da Bocaina (SP).

Também participaram da reunião o biólogo da Fundação SOS Mata Altântica Diego Martinez, gestores de unidades de conservação federais que já assinaram e que assinarão o termo de cooperação e membros da Procuradoria Especializada (PFE) do ICMBio.

Com informações do ICMBio.

 

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