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Fundação SOS Mata Atlântica participa da Virada Política

26 de setembro de 2018

Organização que já elabora cartas a candidatos há 30 anos, fala de sua experiência política em evento que reúne pessoas mobililzadas pela melhoria da política e da democracia do Brasil

No próximo domingo (30), das 13h30 às 15h, a Fundação SOS Mata Atlântica participa da quinta edição da Virada Política, evento com mais de 70 iniciativas que pretende promover o diálogo, o compartilhamento de experiências e de informações para inspirar o cenário político brasileiro. Mario Mantovani, diretor de Políticas Públicas, falará sobre o trabalho de advocacy da ONG de realizar plataformas ambientais para eleições desde 1989. O evento acontece no B_arco Centro Cultural.

Plataforma Ambiental da SOS Mata Atlântica para as eleições de 1989
Plataforma Ambiental da SOS Mata Atlântica para as eleições de 1989

Nessas plataformas a SOS Mata Atlântica tem a intenção de propor diretrizes para as três esferas de poder para a implementação de uma agenda ambiental no domínio da Mata Atlântica. Vários modelos de apresentação já foram aplicados, desde cartas em rede, algumas que buscavam compromissos entre ONGs e candidatos, outras para instrumentalizar o eleitor e até aquelas que nominavam candidatos engajados com o tema.O diretor de Políticas Públicas da SOS Mata Atlântica, Mario Mantovani, destacará o aprendizado da ONG nessa experiência de 30 anos com plataformas ambientais, principalmente o processo para as eleições de 2018.

“Pensamos em algo mais enxuto para 2018. Nossa plataforma tem apenas duas páginas. Isso facilita o entendimento da população e mostra aos candidatos e candidatas como é possível colocar em prática os pontos levantados. Além disso, decidimos por não publicizar aqueles que aderiram à nossa carta para evitar o entendimento que estamos endossando candidaturas“, destaca ele.

A carta da ONG para as eleições 2018 se chama “Desenvolvimento para Sempre“ e traz cinco causas prioritárias: Mata Atlântica, Restauração da Floresta, Valorização dos Parques e Reservas, Água Limpa e Proteção do Mar. Todas elas podem ser plenamente atendidas até 2022, se executadas com transparência e participação de todos os setores da sociedade.

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