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Minas Gerais ganha 5 novas reservas particulares!

10 de março de 2014

Uma boa notícia para a conservação da Mata Atlântica: o Estado de Minas Gerais ganhou 5 novas Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs)! As reservas foram reconhecidas pouco antes do feriado de Carnaval, em diferentes portarias publicadas no Diário Oficial de Minas Gerais no dia 26 de fevereiro. Todas as novas unidades receberam apoio do Programa de Incentivo às RPPNs, coordenado pelas ONGs Conservação Internacional (CI-Brasil) e SOS Mata Atlântica e juntas protegerão 83 hectares de Mata Atlântica.

Confira as novas reservas:

– PORTARIA IEF nº 07, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2014
RPPN “Fazenda do Córrego Acima”
Município: Ouro Preto
Tamanho: 28,3 hectares
Recebeu apoio do edital 10/2011 do Programa de Incentivo às RPPNs da Mata Atlântica

– PORTARIA IEF nº 11, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2014
RRPN “Morada dos Macacos”
Primeira RPPN criada no município de Brasópolis
Tamanho: 13,54 hectares
Recebeu apoio do edital 8/2009 do Programa de Incentivo às RPPNs da Mata Atlântica

– PORTARIA IEF N° 12, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2014
RRPN “Sítio Boa Vista”
Primeira RPPN criada no município de Matias Barbosa
Tamanho: 19,69 hectares
Recebeu apoio do edital 11/2012 do Programa de Incentivo às RPPNs da Mata Atlântica

– PORTARIA IEF N° 13, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2014
RRPN “Terra Una”
Primeira RPPN criada no município de Liberdade
Tamanho: 9,11 hectares
Recebeu apoio do edital 8/2009 do Programa de Incentivo às RPPNs da Mata Atlântica

– PORTARIA IEF N° 14, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2014
RPPN “Sitio Mata da Cruz”
Município: Ouro Preto
Tamanho: 12,4 hectares
Recebeu apoio do edital 10/2011 do Programa de Incentivo às RPPNs da Mata Atlântica

Sobre Reservas Particulares

Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) é uma categoria de unidade de conservação criada pela vontade do proprietário rural, que decide transformar sua terra em uma reserva e assume compromisso com a conservação da natureza.

As RPPNs são importantes para proteger as riquezas naturais e ambientes históricos, além de ajudar na preservação da água, na regulação do clima, na limpeza do ar, no desenvolvimento de pesquisas científicas dentre outros serviços ambientais. Atividades recreativas, turísticas, de educação e pesquisa são permitidas na reserva, desde que sejam autorizadas pelo órgão ambiental responsável pelo seu reconhecimento.

Dessa forma, muitas RPPNs geram renda e conhecimento em sua região, com atividades como ecoturismo, educação ambiental e artesanato. Saiba mais:

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