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O que se espera da Cúpula dos Povos

19 de junho de 2012

 

Vários perfis diferentes transitam pelo Aterro do Flamengo desde o dia 15 de junho, espaço em que acontece o evento paralelo à Rio+20: Cúpula dos Povos. Ao todo são cerca de 15 mil pessoas por dia, de diversas partes do mundo, em especial das Américas, Europa e norte da África, que participam das mil e cem atividades.

A Cúpula dos Povos promove de tudo um pouco. Além de palestras, debates e rodas de conversas, tem também poesia, música, dança, teatro, literatura, fotografia e cinema. São atividades para todos os gostos, que convergem para um objetivo único: práticas, soluções e experiências de ações de justiça social e ambiental.

Há vinte anos, a Rio-92 culminou numa série de propostas para enfrentar os problemas globais que afetam a humanidade. Documentos e convenções – como a Agenda 21, Carta da Terra e Convenção de Mudanças Climáticas e de Biodiversidade – foram pactuados pelas nações presentes. Mas aquilo que deveria ter sido o início da reversão das situações de miséria, injustiça social e degradação ambiental frustrou boa parte das esperanças depositadas nesse processo.

Passados 20 anos, o Rio de Janeiro sedia novamente a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20). E, pela primeira vez, abre espaço para a Cúpula dos Povos, que reúne organizações da sociedade civil e movimentos sociais em um evento autônomo e plural.

Com esperança renovada, a expectativa em 2012 é clamar, principalmente, por paz. Sem grandes desejos de construir acordos de compromissos multilaterais, os participantes da Cúpula dos Povos gritaram: “Queremos paz. Paz ambiental e social” durante o evento sobre direitos indígenas.

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