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Fundação SOS Mata Atlântica lança seu Relatório de Atividades 2018

11 de julho de 2019

O ano de 2018 foi marcado por um intenso processo eleitoral que gerou diversos questionamentos sobre o futuro da agenda socioambiental no Brasil. Em seu Relatório de Atividades, a Fundação SOS Mata Atlântica mostra como atuou ano passado para continuar inspirando a sociedade na defesa da Mata Atlântica, principalmente, lutando pela restauração florestal, por água limpa, pela valorização dos parques e reservas e pela proteção do mar. Entre os principais resultados da ONG está o plantio de mais de 800 mil mudas de árvores nativas da Mata Atlântica.

A ONG lançou sua plataforma “Desenvolvimento para Sempre“, em evento sobre renovação política, que depois foi entregue a candidatos a cargos eletivos e líderes partidários. Além disso, realizou encontro em Brasília, pedindo atenção dos parlamentares para os biomas brasileiros. Com os eleitores, o foco foi mostrar a importância da cobrança aos então candidatos sobre o destaque que tema ambiental deveria ter nas propostas de campanha. Tudo isso pois uma análise feita pela ONG mostrou que os temas Mata Atlântica e proteção do mar foram praticamente ignorados nos programas de governo dos presidenciáveis.

O ano ainda foi marcado pela participação no Fórum Mundial da Água, realizado em Brasília, em março, quando a ONG levou mais de 50 voluntários de seu projeto Observando os Rios ao evento, onde eles puderam contar suas histórias de luta por água limpa em suas regiões. Além disso, foi organizada uma manifestação em frente ao Congresso Nacional, para chamar a atenção da sociedade e autoridades para a importância da água na agenda estratégica brasileira e da necessidade do desenvolvimento de políticas públicas que impactem na gestão da água. Na ocasião, a ONG lançou estudo que mostrou como apenas 4% de 294 pontos monitorados em rios da Mata Atlântica estavam com qualidade boa e 20% estavam impróprios para uso.

Diversos outros estudos foram destaque em 2018, como o Atlas da Mata Atlântica, o primeiro levantamento do MapBiomas, os dados da mancha de poluição do rio Tietê, o levantamento com a contribuição das áreas protegidas brasileiras à economina nacional durante participação no IX Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação (CBUC) – onde também foi lançado um vídeo para homenagear gestores das UCs do País. No início do ano, lançamos o “Altas da Costa Atlântica“, que teve como objetivo evidenciar as peculiaridades de cada estado e região costeiros, colaborando para o seu monitoramento e preservação.

O ano ainda contou com diversas ações educativas, como o Viva a Mata, o Aprendendo com a Mata Atlântica, a campanha Um dia no Parque, entre outras.

Clique aqui e acesse o relatório completo.

Foto: William Lucas

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