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Mapbiomas realiza evento sobre uso da terra na Mata Atlântica

Segundo o projeto, de 1985 a 2019, o Brasil perdeu área de vegetação nativa equivalente a 10,25% do território nacional

14 de setembro de 2020

Nessa terça (15), das 10h30 às 12h o MapBiomas realizará seu quarto webinar temático sobre os dados e mapas anuais de cobertura e uso da terra de sua Coleção 5. Com o tema Revelando o Uso da Terra no Brasil com Ciência e Transparência, o evento dessa vez falará sobre a Mata Atlântica. A transmissão será pelo canal do Youtube do projeto. Mais informações em https://mapbiomas.org/.

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O evento contará com a presença de Marcos Rosa da ArcPlan/MapBiomas para apresentar a coleção 5 da Mata Atlântica, e para o debate Marcia Hirota, diretora executiva da Fundação SOS Mata Atlântica, Pedro Brancalion (ESALQ – USP) e Ludmila Pugliesi de Siqueira (Pacto da Mata Atlântica).

O MapBiomas fará nos meses de setembro e outubro/2020 uma série de Webinars Temáticos sobre os dados para cada bioma e tema transversal. Serão dois webinars por semana, todas as terças e sextas-feiras às 10h30 da manhã no canal do Youtube e no Facebook: https://www.facebook.com/mapbiomas

Essas ações fazem parte do lançamento  da Coleção 5 do MapBiomas e têm como objetivo aprofundar os dados da Coleção por bioma e temas transversais. Os dados do MapBiomas mostram que o Brasil perdeu 87,2 milhões de hectares de áreas de vegetação nativa, de 1985 a 2019. Isso equivale a 10,25% do território nacional. O ritmo da destruição acelerou no Brasil entre 2018 e o ano passado.

Na Mata Atlântica, encontram-se 57% das áreas urbanas do país. A área de infraestrutura urbana no bioma cresceu 2,5 vezes de 1985 a 2019 e a área de agricultura dobrou.

Segundo o MapBiomas, apesar de o país contar com 66,8% do território coberto por vegetação nativa, isso não significa que são áreas preservadas. “O levantamento do MapBiomas aponta que pelo menos 9,3% de toda a vegetação natural do Brasil é secundária, ou seja, são áreas que já foram desmatadas e convertidas para uso antrópico pelo menos uma vez”, explica Tasso Azevedo, coordenador-geral do MapBiomas. “Da área que nunca foi desmatada, há uma fração que já foi degradada por fogo ou exploração madeireira predatória. Quantificar esse processo de degradação das florestas é um dos próximos desafios que vamos enfrentar”, complementa.

Crédito: Com informações do MapBiomas

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