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Nossa marca é a restauração

As iniciativas de Restauração Florestal da Fundação SOS Mata Atlântica estão entre as que mais contribuíram para reabilitar a floresta no país, com quase 44 milhões de árvores nativas plantadas. No Rock in Rio 2026, em parceria com a Heineken®, estamos levando a Mata Atlântica para dentro da Cidade do Rock.

A restauração ao longo dos anos

Nos últimos 25 anos, foram quase

44 milhões

de árvores nativas plantadas

Mapa de Minas Gerais

Entre 2000 e 2025 iniciamos a restauração de quase

24 mil

hectares

Torre Eiffel

Nosso viveiro de árvores já produziu

7,5 milhões

de mudas de 2008 a 2025

Mapa da Mata Atlântica

Por que é importante restaurar a Mata Atlântica?

Um dos biomas mais biodiversos do mundo, a Mata Atlântica também é o mais ameaçado do Brasil, com apenas 24% da floresta original, de forma fragmentada, sendo apenas 12,4% florestas maduras e bem preservadas.

O desmatamento do bioma impacta diretamente questões como o abastecimento de água e a regulação do clima para a maioria da população brasileira.

80%
80% DO PIB NACIONAL
72%
72% DA POPULAÇÃO BRASILEIRA
15%
15% DO TERRITÓRIO NACIONAL
O CEF depois da restauração
O CEF antes da restauração

O CEF antes e depois da restauração

O resultado é um ecossistema florestal jovem com alta biodiversidade

Centro de Experimentos Florestais

Nossa área de restauração e pesquisa em Itu, São Paulo, onde fica nossa sede

No CEF, a Fundação SOS Mata Atlântica reúne viveiro, pesquisa e restauração no mesmo lugar. Onde antes havia pasto, hoje cresce uma floresta jovem e diversa, que serve de área demonstrativa para testar modelos de plantio, espécies e técnicas depois aplicados em projetos de restauração por todo o bioma.

Um Corredor Verde na Cidade do Rock

Em parceria com a Heineken®, por meio da plataforma Green Your City, a SOS Mata Atlântica leva um bolsão verde para dentro do maior festival de música do país. O projeto cria um Corredor Verde na Cidade do Rock, utilizando espécies nativas da Mata Atlântica para aproximar o público do festival da natureza.

Mais do que uma experiência temporária, a iniciativa nasce com um objetivo de continuidade: ao fim do Rock in Rio, as mudas utilizadas na ativação junto com outras que serão plantadas após o festival, contribuirão para o plantio de 3 mil árvores nativas na Serra do Vulcão e no Parque Nacional da Tijuca, ampliando o legado florestal que já construímos ao longo dos anos.

Um lembrete de que a natureza também pode fazer parte dos grandes encontros da cultura brasileira.

Conheça melhor nosso trabalho de Restauração

Os diferentes projetos executados ao longo dos anos, o passo a passo da coleta de sementes até uma nova floresta, onde e como plantamos as árvores, os modelos de financiamento e quem faz tudo acontecer. Se inscreva para receber o material completo.

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