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Projeto de monitoramento da água no Piauí completa um ano
08/08/2018


Equipe da SOS Mata Atlântica realizou encontro de grupos de monitoramento no sábado (11), na Universidade Federal do Piauí

A Fundação SOS Mata Atlântica esteve no sábado (11), no Piauí, para realizar um encontro com os grupos de monitoramento da qualidade da água no estado. A iniciativa faz parte do projeto Observando os Rios, que conta com 3,5 mil voluntários que coletam e analisam mensalmente a água de 238 rios nos 17 estados da Mata Atlântica. O projeto tem patrocínio da Ypê e Coca-Cola Brasil.

No Piauí, oito grupos analisam quatro rios da região, são eles: Parnaíba, Poti e um afluente e Sumaré. Estes corpos d‘água percorrem os municípios de Demerval Lobão e Teresina. Ao todo, 80 pessoas participam da iniciativa. Representantes destes grupos estiverem no encontro.

Os grupos de monitoramento da água são bastante diversos, compostos por pessoas ligadas à universidades, entidades religiosas, associações de trabalhadores rurais, técnicos municipais da área ambiental, esportistas e cidadãos engajados.

“Normalmente, as pessoas que participam do nosso projeto são engajadas pela melhoria da qualidade da água em sua região, seja para questões produtivas, de consumo ou lazer. São pessoas que já perceberam a real importância da água para nossas vidas. Com o projeto, queremos que toda a sociedade valorize este bem“, destaca Romilda Roncatti, coordenadora do Projeto Observando os Rios da Fundação SOS Mata Atlântica.

Rios com qualidade regular

Apenas 1 dos 8 pontos de coleta avaliados no último ano possui qualidade de água boa, enquanto 7 estão em situação regular, ou seja, longe do que a sociedade quer para os rios. Nenhum dos pontos analisados foi avaliado como ótimo.

“Estes dados correspondem às médias dos resultados obtidos mês a mês. Em algumas situações, tanto o Poti, como o Parnaíba, tiveram resultado ruim na análise. Podemos verificar que Teresina e cidades vizinhas necessitam priorizar o saneamento básico em seu território. Todos querem voltar a ter os rios urbanos para pesca, lazer e demais usos, portanto precisamos apontar esta demanda aos nossos representantes e candidatos”, afirma Cesar Pegoraro, educador ambiental que atua pela SOS Mata Atlântica junto ao estado do Piauí.


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