PROTEÇÃO DO MAR

Com 50,7 milhões de pessoas vivendo próximas ao mar e 4 milhões de
famílias, é fundamental construir um modelo que concilie a conservação
ambiental, turismo, atividades econômicas sustentáveis e a preservação
do patrimônio cultural das populações.

Com o segundo maior litoral da América Latina, o Brasil necessita de melhor gerenciamento de seus ricos ambientes – como manguezais, ilhas, recifes e dunas. A Fundação atua para ampliar áreas marinhas protegidas e para a aprovação do Projeto de Lei do Mar (6.969/13), que prevê equilíbrio entre o uso e conservação do mar e da costa.

Dos 17 Estados em que a Mata Atlântica está presente, 14 são banhados pelo oceano. Mar, costa e mata são ambientes interconectados.

Os ambientes costeiros e marinhos são fundamentais para a vida. Fornecem alimento, lazer, energia e são imprescindíveis para a estabilidade climática. Mas muitas atividades humanas impactam nossos oceanos, como lixo, esgoto doméstico, poluentes industriais, sobrepesca, turismo predatório, aquecimento do mar, etc.

Com o apoio de doadores e mediante acordos de cooperação com órgãos gestores, a Fundação mantém fundos de apoio para nove Unidades de Conservação (UCs) costeiras e marinhas.

QUALIDADE DE VIDA

Criar e fortalecer áreas protegidas (definidas no Brasil como Unidades de Conservação), é uma das estratégias mais eficientes para garantir a proteção e a continuidade destes serviços ambientais e da riqueza de vida da Mata Atlântica. Os conjunto das UCs, que são popularmente conhecidos como parques e reservas são criados pelo poder público ou por iniciativa particular, e protegidos por lei. Muitos deles estão próximos às cidades e interferem diretamente na qualidade de vida das pessoas.

A Fundação já contabiliza o apoio a mais de 500 parques e reservas em áreas terrestres, marinhas e costeiras.

Na Mata Atlântica, existem mais de 2.300 parques e reservas. Destaca-se o papel do setor privado, que é responsável pela criação e manutenção de cerca de 1.000 Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN).

Entre as Unidades de Conservação mais conhecidas estão o Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro, e o Parque Nacional do Iguaçu, em Foz do Iguaçu. Além disso, diversas áreas costeiras e marinhas consideradas importantes cartões portais brasileiros estão protegidas por parques e reservas.

A SOS Mata Atlântica atua para dar visibilidade, estimular a visitação, aumentar e consolidar as Unidades de Conservação, ampliando o protagonismo da sociedade civil, dos órgãos ambientais e dos proprietários privados.

Iniciativas que a representam

Apoio aos Parques e Reservas

A Fundação SOS Mata Atlântica trabalha pela valorização dos parques e reservas, com a defesa das políticas voltadas para essa área, por meio de parcerias com o setor público

Apoio a áreas protegidas marinhas

A SOS Mata Atlântica trabalha para ampliar as áreas marinhas protegidas do Brasil. Além disso, apoia a gestão e manutenção de importantes Unidades de Conservação na costa brasileira. Para isso,

Aprendendo com a Mata Atlântica

É preciso reverter o cenário de desmatamento da Mata Atlântica e recompor a floresta. A educação ambiental é uma poderosa aliada neste desafio, pois constrói conhecimento e prepara as

Acesse informações e dados sobre a Mata Atlântica

Leis e políticas públicas prioritárias para esta causa

Os diversos esforços e políticas para conservação da Mata Atlântica culminaram em uma legislação para sua defesa, a única a proteger um bioma brasileiro: a Lei da Mata Atlântica (11.428/2006).