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Mata Atlântica

A FLORESTA

A Mata Atlântica é um dos grandes biomas brasileiros e uma das florestas mais ricas em diversidade de vida no planeta, é a razão de existir da Fundação SOS Mata Atlântica.

Biomas

A Mata Atlântica é um dos grandes biomas brasileiros, juntamente com a Amazônia, Caatinga, Cerrado, Pantanal e Pampa. 

O bioma, na definição do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é o “conjunto de vida (vegetal e animal) definida pelo agrupamento de tipos de vegetação contíguos e identificáveis em escala regional, com condições geoclimáticas similares e história compartilhada de mudanças, resultando em uma diversidade biológica própria”.

Em outras palavras, ele pode ser definido como uma grande área de vida composta por um conjunto de ecossistemas.

Muitas vezes, o termo “bioma” é utilizado como sinônimo de “ecossistema” mas, diferente do ecossistema, a classificação de bioma interessa mais o meio físico (a fisionomia da área, principalmente da vegetação) que as interações que nele ocorrem. O perfil do local e a dimensão também importam na classificação: um ecossistema qualquer só será considerado um bioma se suas dimensões forem de grande escalas. 

Por exemplo, existe o bioma da Mata Atlântica e, dentro dele, ecossistemas como a floresta ombrófila densa, a mata de araucária, os campos de altitude, a restinga e os manguezais.

(Fonte: oeco.org.br).

Essa floresta abrange cerca de 15% do território nacional, em 17 estados, é o lar de 72% da população brasileira, abriga três dos maiores centros urbanos do continente sul americano e concentra 70% do PIB. 

A Mata possibilita atividades essenciais para a população, como o abastecimento de água, a agricultura, a pesca, a geração de energia elétrica, o turismo e o lazer.

A MATA ATLÂNTICA É AQUI

Existe Mata Atlântica na sua cidade? Você pode descobrir de forma rápida e interativa no site www.aquitemmata.org.br. Basta informar o nome do município e a ferramenta realiza uma busca e retorna com dados e infográficos sobre as áreas de florestas, mangues, restingas e bacias hidrográficas associados à Mata Atlântica na região.


Na época do descobrimento do Brasil, a Mata Atlântica era contínua como a floresta Amazônica e constituía a segunda maior floresta tropical do Brasil. Ela abrangia uma área  equivalente a 1.315.460 km².  

A Mata Atlântica se estende ao  longo de 17 estados brasileiros: Rio Grande do Sul, Santa Catarina,  Paraná, São Paulo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia,  Alagoas, Sergipe, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí.  

Atualmente, vivem  na Mata Atlântica  cerca de 72% da população  brasileira (IBGE, 2014).    

São mais de 145 milhões de pessoas  em 3.429 municípios, equivalentes a 61% dos existentes no Brasil.

Em 1988, a Constituição Federal reconheceu a Mata Atlântica como um “patrimônio nacional”. Em 2006, foi aprovada a Lei da Mata Atlântica (11.428/2006), que regulamentou a proteção e uso dos recursos da floresta. Neste período, a Fundação SOS Mata Atlântica participou ativamente da mobilização da sociedade e do poder público para a construção e aprovação desta legislação. 

A SOS Mata Atlântica participou ativamente da criação e mobilização para a aprovação dessa lei que, em nível local, é aplicada através dos Planos Municipais de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica (PMMA).

Hoje restam apenas 12,4% da Mata Atlântica que existia originalmente.

As regiões que ainda possuem trechos de Mata Atlântica são chamadas de remanescentes. Atualmente, restam 12,4% de Mata Atlântica no Brasil.

Desde o início da história do Brasil, o modelo ultrapassado de desenvolvimento causou desmatamentos sucessivos a partir da extração de pau-brasil, e dos ciclos econômicos como o da cana-de-açúcar,  café e ouro. Entendemos a importância do desenvolvimento econômico, mas não este sustentado no mito da abundância, que têm destruído essa floresta e a vida que nela habita.

Pressões sobre a Mata

Atualmente, a Mata Atlântica que resta ainda sofre diversas pressões, como: 

– Impacto ambiental causado  pelos mais de 145 milhões de brasileiros  que habitam sua área;
– Agricultura e agropecuária;
– Exploração predatória de madeira  e espécies vegetais;
– Industrialização, expansão  urbana desordenada;
– Consumo excessivo, lixo e poluição.

Por isso, são importantes as políticas públicas que protejam os remanescentes da floresta e evitem impactos sobre a Mata, como a criação e fortalecimento de Unidades de Conservação nestas áreas.

 A Mata Atlântica é o bioma com maior número de espécies ameaçadas. Conheça alguns animais da Mata Atlântica em risco de extinção:

Muriqui-do-sul: considerado o maior primata das Américas, conta hoje com apenas cerca de 1.200 indivíduos na natureza. Vive exclusivamente na Mata Atlântica e é considerado um importante dispersor de sementes. Tem o rosto negro.

Muriqui-do-norte: também vive exclusivamente na Mata Atlântica. Diferencia-se da espécie irmã (muriqui-do-sul) apenas pela presença de manchas claras no rosto.

Cachorro-vinagre: considerado “criticamente em perigo” na Mata Atlântica, esse animal se alimenta principalmente de tatus, mas pode abater presas maiores.

Queixada: é o maior porco selvagem das Américas. Também consta da lista dos animais “criticamente em perigo” na Mata Atlântica.

Onça-pintada: é o maior felino das Américas e está na lista dos animais “criticamente em perigo”. Tem a mordida mais forte dentre todos os felinos, incluindo os leões.

Anta: é o maior mamífero terrestre do Brasil. Já está extinta na Caatinga e na Mata Atlântica do Nordeste.

Mico-leão-dourado: conhecido popularmente como mico-leão, é outra espécie que corre grave risco de extinção. Vive exclusivamente na Mata Atlântica brasileira e estima-se que existam hoje cerca de 1.000 indivíduos em liberdade, graças aos esforços para reprodução da espécie em cativeiro. O pequeno animal, característico pela pelagem que varia do dourado para o alaranjado, é uma das principais bandeiras de conservação da Mata Atlântica.

Recém-descobertos e já em risco

Algumas das espécies, logo ao serem descobertas são imediatamente classificadas como “criticamente ameaçada de extinção”, última categoria antes de um animal ser decretado extinto, segundo critérios da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês).

É o caso, por exemplo, do pássaro bicudinho-do-brejo, descoberto em 2005, e do mico-leão-da-cara-preta, descoberto na década de 1990. Ambos correm o risco de desaparecer da natureza, em consequência da devastação da Mata Atlântica.

Em 2015, pesquisadores do Sul do Brasil descobriram sete novas espécies de mini sapos, com tamanhos variando de 0,6 mm a 1 cm. Os anfíbios descobertos vivem exclusivamente na Mata Atlântica e foram encontrados no alto das montanhas da Serra do Mar, entre o Paraná e Santa Catarina. Por serem altamente sensíveis às mudanças climáticas, os mini sapos imediatamente entraram na lista das espécies ameaçadas de extinção. 

Volta a floresta, volta a vida

Em Itu, no interior de São Paulo, pesquisadores registraram o aumento de 140% no número de novas espécies de aves em uma antiga fazenda de café que passou por um processo de recuperação florestal e hoje abriga o Centro de Experimentos Florestais da SOS Mata Atlântica – HEINEKEN Brasil

Segundo o levantamento, em 2010 havia 84 espécies de aves no local. Após a restauração da floresta, em 2015 foram contabilizadas mais de 200 espécies, incluindo exemplares de perdiz e curica, que estão ameaçados de extinção.

Categorias de Risco

Em 1964, a União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN) criou o que veio a se tornar o maior catálogo sobre o estado de conservação de espécie de plantas, animais, fungos e protozoários de todo o planeta: a Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas (em inglês, IUCN Red List ou Red Data List). A versão mais recente da Lista Vermelha foi lançada em 2012, na Cúpula da Terra da Rio +20.

São 9 categorias definidas através de critérios que incluem a taxa de declínio da população, o tamanho e distribuição da população, a área de distribuição geográfica e grau de fragmentação:

  •  Segura ou pouco preocupante ou Least Concern, em inglês (LC): Esta é a categoria de risco mais baixo.  
  • Quase ameaçada ou Near Threatened, em inglês (NT): quando se considera que a espécie provavelmente será incluída numa das categorias de ameaça num futuro próximo.
  •  Vulnerável ou Vulnerable (VU): espécies que enfrentam  risco elevado de extinção na natureza em um futuro bem próximo, a menos que as circunstâncias que ameaçam a sua sobrevivência e reprodução melhorem. A vulnerabilidade é causada principalmente por perda ou destruição de habitat. 
  • Em perigo ou Endangered (EN): indica uma espécie que provavelmente será extinta num futuro próximo. Este é o segundo estado de conservação mais grave. 
  • Criticamente em Perigo ou Em Perigo Crítico ou Critically Endangered (CR): É a categoria de maior risco atribuído pela Lista Vermelha da IUCN para espécies selvagens. São aquelas que enfrentam risco extremamente elevado de extinção na natureza.  
  • Extinta na natureza ou Extinct in the Wild (EW): Uma espécie é presumida como tal quando estudos exaustivos em seus habitats não conseguem encontrar um único indivíduo. São espécies conhecidas por sobreviver apenas em cativeiro ou como uma população naturalizada fora de sua área natural. Como o objetivo final da preservação da biodiversidade é manter a função ecológica, são espécies consideradas ecologicamente extinta. Uma solução pode ser a reintrodução à natureza, que é a libertação deliberada de espécies na natureza, do cativeiro ou realocados de outras áreas onde a espécie sobrevive.
  • Extinta ou Extinct, em inglês (EX): Quando não há qualquer dúvida razoável que o último indivíduo morreu, a espécie é considerada Extinta.  
  • Dados Insuficientes ou Data Deficient (DD): quando não existem informações adequadas para fazer uma avaliação, direta ou indireta, do risco de extinção de uma espécie, com base na sua distribuição e/ou status da população. 
  • Não avaliada ou Not Evaluated (NE): Uma espécie não é avaliada quando ainda não foi submetida aos critérios de avaliação de risco.

O serviço que a floresta nos presta

A Mata Atlântica não é apenas uma floresta distante. Ela é a “nossa casa”, está em nossas cidades, e seus remanescentes – parques, reservas, mananciais e áreas verdes – são fundamentais para o nosso bem-estar.

A proteção das florestas trazem inúmeros benefícios diretos para a vida das pessoas. Esses benefícios são conhecidos como serviços ambientais.

Florestas preservadas contribuem  para a purificação do ar através da fotossíntese, processo em que o gás carbônico é convertido em oxigênio, o gás que respiramos.

Por meio de diversos processos, as florestas também atuam na  regulação do clima e na proteção do solo. Elas ajudam, por exemplo, a  evitar deslizamentos de terra, erosão, enchentes e outros desastres. Também protegem rios e  nascentes, favorecendo o abastecimento de água nas cidades.  

Benefícios para a economia e o lazer

Os recursos e serviços ambientais da Mata Atlântica  também permitem atividades essenciais para a nossa  economia, como a agricultura, a pesca, o extrativismo, o turismo, a  geração de energia e o lazer.    

Ela melhora a qualidade de vida por oferecer  espaços para lazer, prática de esportes e contato  com a natureza. 

Flora que cura

Além disso, alguns alimentos e remédios que usamos no nosso dia a dia, como os chás de folha de maracujá e de carqueja, são naturais da Mata Atlântica. 

Segundo o CNCFlora, mais de 50% dos medicamentos disponíveis comercialmente são baseadas em compostos bioativos de espécies não humanas – ou seja, tem origem em plantas ou animais.  

Frutas que alimentam  

Uvaia, Cambuci, Cabeludinha e Cereja do Mato certamente devem soar como nomes exóticos para muitos brasileiros, mas, na verdade, são nomes de  frutas originárias da Mata Atlântica e que já foram mais presentes na alimentação da população. Por conta do desmatamento, essas árvores acabaram isoladas e seus frutos acabam se tornando desconhecidos. 

A Mata Atlântica também é o berço de outras frutas mais conhecidas, como a Jaboticaba, a Pitanga, o Jenipapo, o Cajá, e o Araçá.

Vida abundante

A Mata Atlântica abriga milhares  de animais e plantas: são mais de 15 mil espécies de plantas  e mais de 2 mil espécies de animais vertebrados, sem contar os insetos e outros  animais invertebrados.    

Mais de 60% dos animais ameaçados de extinção no Brasil ocorrem  na área da Mata Atlântica, considerada um Hotspot  mundial:  uma das áreas  mais ricas em biodiversidade e mais ameaçadas do planeta.    

Por sua importância, essa floresta foi decretada Reserva da  Biosfera pela Unesco e Patrimônio Nacional, na Constituição  Federal de 1988.

Na Mata Atlântica, que representa 0,8% da superfície terrestre do planeta, estão mais de 5% das espécies de vertebrados do mundo. São mais de 2 mil espécies de animais vertebrados (sem contar insetos e outros animais invertebrados).

Sua flora também é exuberante: são estimadas mais de 15.700 espécies vegetais no bioma, cerca de 5% da flora mundial. 

Só pra termos uma ideia, a biodiversidade da Mata Atlântica é maior do que a da Europa, o que explica por que a região é uma das mais importantes do planeta. 

A Mata Atlântica abriga

  • Mais de 15.700 espécies de plantas, sendo 8 mil endêmicas;
  • 2.208 espécies de vertebrados registrados pela ciência;
  • 298 espécies de mamíferos;
  • 992 espécies de aves;
  • 200 de répteis;
  • 370 de anfíbios;
  • 350 espécies de peixes

Das 633 espécies de animais ameaçadas de extinção no Brasil, mais de 60% ocorrem na Mata Atlântica. 

Espécies que só existem ali

Segundo o Instituto Brasileiro de Florestas, das espécies de vertebrados que vivem na Mata Atlântica, pelo menos 700 são endêmicas, ou seja, só ocorrem nesta floresta.

É o caso, por exemplo, do mico-leão-da-cara-preta, primata encontrado somente na ilha de Superagui (PR) e nas matas do Vale do Ribeira (SP).

 

Espécies Endêmicas

Em biologia, botânica e zoologia chama-se endemismo a ocorrência de espécies e grupos de organismos em uma região restrita. Ou seja,  espécies endêmicas são aquelas que ocorrem exclusivamente em um dado ambiente ou bioma. Em geral, o endemismo é resultado da separação de espécies durante o processo evolutivo, causada, por exemplo, por mecanismos de isolamento, alagamentos e movimentação de placas tectônicas. 

Os mais conhecidos

Entre as espécies de mamíferos da Mata Atlântica mais conhecidas, podemos citar a onça-pintada, a onça-parda, a anta, o tamanduá-bandeira, o cachorro-do-mato, o tatu-peludo. 

Só de aves são 992 espécies, entre elas tucanos, garças, beija-flores, papagaios, corujas e gaviões. 

Entre os mais de 350 peixes conhecidos, certamente você já ouviu falar do dourado, do pacu e da traíra. 

O mesmo vale para as jararacas e para o jacaré-do-papo-amarelo, entre os répteis, além do famoso sapo cururu, na lista dos anfíbios.

Flora 

A Mata Atlântica é composta por  formações florestais nativas (Floresta Ombrófila Densa; Floresta Ombrófila Mista, também chamada de Mata de Araucárias; Floresta Ombrófila Aberta; Floresta Estacional Semidecidual; e Floresta Estacional Decidual), e ecossistemas associados (manguezais, restingas, campos de altitude, brejos interioranos e encraves florestais do Nordeste).

Estes diferentes ambientes abrigam uma das biodiversidades mais ricas do planeta, e não são só inúmeras espécies animais: a variedade de árvores e plantas também impressiona. 

A Mata Atlântica possui 20.204 espécies vegetais, sendo mais de 7.400 endêmicas e diversas ameaçadas de extinção, segundo o levantamento mais recente publicado em 2013 pelo Centro Nacional de Conservação da Flora (CNCFlora). 

 Essa diversidade é maior do que na América do Norte (cerca de 17 mil espécies) e na Europa (12,5 mil espécies). E quando falamos de flora, não estamos considerando apenas árvores e flores. A flora é composta também por plantas, algas, fungos, arbustos, musgos, samambaias etc. 

Você pode não perceber, mas ter a flora por perto melhora muito a qualidade de vida: desde morar em uma rua arborizada, que vai trazer sombra e um ar mais fresco para a região, até mesmo ter um parque na cidade, que possibilitará realizar ações de lazer e bem-estar, além de melhorar o ar e o clima. 

O Parque Nacional da Tijuca, por exemplo, que ocupa 3,5% da cidade do Rio de Janeiro, é considerado um dos maiores parques urbanos do mundo. Localizado no coração da cidade, o parque tem a temperatura entre 5 e 10 graus mais baixa do que a cidade justamente por conta das suas árvores e plantas em abundância. Estudos apontam que, se o parque não existisse, a temperatura média do Rio de Janeiro seria de 4 a 7 graus acima do que é hoje.

Tudo está conectado

Plantas, musgos e flores também compõem a flora da Mata Atlântica e correm riscos devido ao desmatamento desequilibrado. 

A bromélia-imperial (Alcantarea imperialis), por exemplo, vive exclusivamente nesta floresta e é fundamental para o equilíbrio ecológico, graças ao seu formato que permite armazenamento natural de água da chuva. Porém, é uma das espécies que pode desaparecer da natureza. 

Se ela sumir, outras espécies passam a correr riscos, já que a estrutura da bromélia funciona como moradia e local para alimentação e reprodução de pequenos animais.

Palmito em risco

A Mata Atlântica também é casa da palmeira Juçara, da qual é extraído o palmito Juçara, amplamente usado na culinária nacional e internacional. 

Porém, para extrair o palmito, a palmeira Juçara precisa ser sacrificada. Isso não ocorre com outras espécies que produzem palmito, Pupunha e Açaí. Estas, ao contrário, formam brotos que crescem de novo no tronco.

Além disso, a Juçara demora de 8 a 12 anos para produzir um palmito de qualidade, enquanto as outras demoram no máximo 18 meses. 

Com sua semente e seu fruto, a Juçara alimenta diversos animais, entre tucanos, periquitos, tatus e capivaras. Mas a extração ilegal para a venda irregular é uma das principais ameaças à espécie.

Cogumelos

No chão da Mata Atlântica ainda vivem mais de 3 mil espécies de fungos, entre eles os basidiomicetos, popularmente chamados de cogumelos, que podem ser comestíveis ou venenosos. 

Entre as espécies comestíveis podemos destacar o Agaricus bisporus, conhecido como champignon e hoje cultivado em mais de 100 países; e o Lentinula edodes, conhecido como shitake, também cultivado em larga escala, especialmente na China.