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Pedro Passos recebe medalha João Pedro Cardoso

7 de junho de 2016

O presidente da Fundação SOS Mata Atlântica, Pedro Luiz Passos, recebeu no Dia Mundial do Meio Ambiente, a medalha João Pedro Cardoso, distinção oferecida a personalidades que contribuíram de maneira relevante para a educação, a preservação e a recuperação ambiental do Estado de São Paulo.

A entrega da honraria, realizada pela secretária Patrícia Iglecias, ocorreu no Jardim Botânico, em cerimônia que marcou também os 30 anos da criação da Secretaria de Estado do Meio Ambiente.

Além de Pedro Passos, os homenageados neste ano foram o professor da área de agronomia Paulo Kageyama (in memoriam), o secretário estadual de Energia, João Carlos Meirelles; professora da área de Direito Branca Maria da Cruz; a bióloga Caroline Vigo Cogueto e a jornalista Paulina Chamorro.

Em seu discurso de agradecimento, Passos disse estar feliz por ser lembrado “ao lado de pessoas que tanto se dedicam ao meio ambiente”.

“Mas gostaria de citar principalmente o prof. Kageyama, que infelizmente faleceu em maio deste ano. Ele deixou um legado importantíssimo para a ciência, para a Academia e para a luta em prol das florestas brasileiras, inclusive a Mata Atlântica”, afirmou.

Ele contou que sua trajetória na área ambiental teve início na Natura, cujo compromisso com a sustentabilidade está no coração da estratégia de negócios. “Posteriormente, tenho dedicado meu tempo ao fortalecimento do trabalho de organizações como a SOS Mata Atlântica, que atualmente presido, e o Instituto Semeia, que criei com minha família com o objetivo de transformar as áreas protegidas em motivo de orgulho para os brasileiros. E, no que depender da SOS Mata Atlântica e do Instituto Semeia, queremos apoiar e fortalecer a gestão ambiental do Estado de São Paulo”, disse.

Desmatamento Zero

Pedro Passos lembrou que São Paulo desde 2013 está no nível do desmatamento zero, com menos de 1 km² de desflorestamento observado.

E entregou um presente para a secretária Patrícia Iglecias e o Estado durante o evento.

“Entregamos hoje um mapa inédito que fizemos do Estado com detalhamento maior. A área mínima de identificação das imagens captadas por satélite passou de 3 para 1 hectare. Com esse raio-x mais preciso, identificamos que São Paulo tem hoje 22,9% de sua Mata Atlântica original – pela metodologia de 3 hectares, considerava-se que este total era de 16,2%. Agora, o desafio é promover a restauração florestal, para ampliar a área de Mata Atlântica”, afirmou.

Para o presidente da SOS Mata Atlântica, o desejo neste Dia do Meio Ambiente é que os paulistas possam no futuro se vangloriar por estarmos na vanguarda em termos ambientais. “Um ambiente sadio beneficia as pessoas e significa mais qualidade de vida para a todos, menos doenças e água de qualidade e em quantidade para a população. Os ganhos para a sociedade são muitos!”

 Crédito da foto: Secretaria de Estado do Meio Ambiente

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