SOS Mata Atlântica estará na COP27

SOS Mata Atlântica estará na COP27

Fundação participará da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas no Egito

4 de novembro de 2022

Acontece entre os dias 6 e 18 de novembro a 27ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP27), que reunirá líderes mundiais e representantes de quase 200 países para tratar formas de conter a crise climática que coloca em risco todo o planeta. A Fundação SOS Mata Atlântica estará presente, fortalecendo a participação da sociedade civil brasileira e contribuindo para o avanço das agendas de restauração e defesa do bioma Mata Atlântica.

O diretor executivo Luis Fernando Guedes Pinto e a diretora de mobilização Afra Balazina serão os representantes* da instituição na conferência, que este ano se realiza em continente africano, na cidade de Sharm el-Sheikh, no Egito.

Guedes Pinto participa no dia 9/11 do evento paralelo “Brazil: the world’s first net-negative major economy” (Brasil: a primeira grande economia do mundo neutra em carbono), com Tasso Azevedo, representando o Mapbiomas, Marina Piatto, do Imaflora, Brena Brito, do Imazon, Cristina Amorim, do ClimaInfo, Dinaman Tuxá, do Apip e Marcio Astrini, do Observatório do Clima. O grupo irá traçar uma estratégia para tornar o país – atualmente o sexto maior emissor de gases do efeito estufa no mundo – uma economia neutra em carbono até 2045. O link da transmissão está disponível aqui.

Na ocasião, a SOS Mata Atlântica também vai lançar estudo inédito sobre a produção de alimentos dentro do bioma e os caminhos para a neutralização do setor de uso da terra, que complementa o estudo lançado na conferência anterior, realizada em Glasgow, Reino Unido.

Luis Fernando Guedes Pinto na COP26, realizada em Glasgow no ano passado.

Sobre a COP27

A conferência foi apelidada de COP da Implementação, devido a expectativa de que os governos participantes mostrem como estão evoluindo nos compromissos já assumidos para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e limitar o aquecimento global em 1,5°C, como previsto no Acordo de Paris.

O Brasil, que sempre assumiu um papel de protagonismo nesses espaços, tendo sediado a Eco92, primeira grande conferência das Nações Unidas para a pauta ambiental, nos últimos anos se mostrou um atraso nas negociações e um retrocesso nas políticas internas, com aumento do desmatamento em todos os biomas e consequente aumento nas emissões de carbono.

Agora, com um novo governo eleito, espera-se que o cenário comece a mudar, com o reestabelecimento de cooperações entre países e retomada de programas que visam a diminuição das emissões brasileiras.

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* Os representantes da SOS Mata Atlântica viajaram com o apoio da LATAM Airlines.

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