Viva a Mata

Saúde e Mata Atlântica – a importância do meio ambiente para o bem-estar humano


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Qual a importância da Mata Atlântica para a saúde dos mais de 145 milhões de brasileiros que nela vivem?

Quais são os benefícios gerados pela proteção e pelo uso da floresta?

Além das doenças diretamente ligadas à falta de saneamento ambiental, à poluição e aos efeitos das mudanças no clima, neste painel, os palestrantes falarão sobre a relação direta entre a saúde e bem-estar humano a partir do contato com a natureza.

Diversos estudos já comprovam como passar um tempo ao ar livre, principalmente em áreas verdes, é fundamental para reduzir o estresse, a pressão arterial e aumentar a imunidade das pessoas, reafirmando que os esforços em conservar a floresta vão além da dimensão ética da proteção da biodiversidade, mas passam também por ganhos econômicos e pelas políticas de saúde pública e coletiva.

Os participantes receberão certificado por email após o evento.

Data: 14 de maio
Horário: das 10h às 13h
Local: Unibes Cultural – Teatro
Endereço: Rua Oscar Freire, 2500 – Sumaré, São Paulo – SP
Ao lado do metrô Sumaré – opte pelo transporte público

Programação

Painelistas

Eliseth Leão, pesquisadora do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein - Natureza e Saúde: porque ela nos faz bem
Evangelina Vormittag, idealizadora e diretora do Instituto Saúde e Sustentabilidade - O benefício da natureza em cidades
Luciano Lima, criador do projeto #VemPassarinhar, coordenador técnico do Observatório de Aves – Instituto Butantan e gestor de Sustentabilidade da Fazenda Bananal - Conectar para conservar?
Márcia Chame, Coordenadora da Plataforma Institucional Biodiversidade e Saúde Silvestre da Fiocruz  - Biodiversidade e Saúde
Paulo Saldiva, diretor do Instituto de Estudos Avançados da USP e membro da Academia Nacional de Medicina (participação remota) – Gestão urbana, saúde e meio ambiente

Mini bio

Eliseth Leão: Possui graduação em letras e em enfermagem e pós-doutorado pela Universidade Marc Bloch. Especialista em saúde pública, terapia floral e em educação à distância. Mestrado em saúde do adulto (1998) e doutorado em ciências (2002) ambos pela USP.  Pós-doutoramento pela Universidade Marc Bloch – França (2006). Atualmente é pesquisadora do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein onde também coordena o Programa de Pesquisa da Enfermagem e Multiprofissional. Atua ainda como docente do Mestrado Profissional em Enfermagem na mesma instituição. Líder do Grupo de Pesquisa GETECS – Grupo de Enfermagem e Tecnologia na Educação e no Cuidado à Saúde (CNPq).

Evangelina Vormittag: É doutora em patologia pela Faculdade de Medicina da USP. É especialista em gestão de sustentabilidade pela Faculdade de Administração FGV e em gestão de políticas em Saúde Informadas por Evidências, pelo Ministério de Saúde. Idealizadora e diretora do Instituto Saúde e Sustentabilidade.

Luciano Lima: Graduado em biologia e mestrado em zoologia, sempre tendo as aves como objeto de estudo. É criador do projeto #VemPassarinhar, coordenador técnico do Observatório de Aves do Instituto Butantan e gestor de Sustentabilidade da Fazenda Bananal. Além de dedicar sua carreira como pesquisador em ornitologia, acredita que passarinhar pode fazer do mundo um lugar melhor e promove a observação de aves como ferramenta de sensibilização e engajamento para conservação, conectando crianças e adultos com a natureza.

Márcia Chame: Possui graduação em ciências biológicas pela Universidade Santa Úrsula (1982), mestrado e doutorado em Ciências Biológicas (Zoologia) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1988 e 2007). Atualmente é pesquisadora titular da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), pesquisadora colaboradora da Fundação Museu do Homem Americano, membro titular representante do Ministério da Saúde no Conselho Nacional da Biodiversidade do Ministério do Meio Ambiente. Coordenadora da Plataforma Institucional Biodiversidade e Saúde Silvestre da Fiocruz.

Paulo Saldiva: Médico patologista, professor da USP e pesquisador. Graduou-se (1977) e obteve o título de doutor (1983) em Medicina pela Faculdade de Medicina da USP. Tornou-se livre-docente em 1986 e professor titular do Departamento de Patologia da mesma faculdade. Foi membro do Comitê Científico da Escola de Saúde Pública da Harvard University, USA (2012) e do Comitê de Qualidade do Ar da Organização de Saúde (2005). É diretor do Instituto de Estudos Avançados da USP desde abril de 2016 e, desde 2018, é membro da Academia Nacional de Medicina.


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